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31 Janeiro de 2019 | 16h11 - Actualizado em 31 Janeiro de 2019 | 16h11

Espanha trabalha pela libertação de jornalistas detidos em Caracas

Bucareste - O ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação da Espanha, Josep Borrell, afirmou nesta quinta-feira que o governo do seu país trabalha intensamente pela libertação de quatro profissionais da Agência EFE detidos em Caracas (Venezuela) por soldados do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin).

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Bandeira da Espanha

Foto: Espanha


"Estamos nisso, a embaixada em Caracas está a trabalhar intensamente nisso. Acreditamos que podemos conseguir, mas neste momento não tenho a confirmação ainda", indicou Borrell ao chegar a uma reunião informal de ministros da sua pasta da União Europeia (UE).

Questionado se sabia o estado dos profissionais detidos, Borrell respondeu: "A embaixada está a fazer tudo o que pode, deixem o assunto nas mãos deles. Daremos notícias quando tivermos".

Sobre a UE reconhecer o presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Juan Guaidó, como presidente interino do país neste fim de semana, quando terminará o prazo de oito dias dado por vários países comunitários caso não sejam convocadas eleições antes, o ministro espanhol disse que é um assunto a ser abordado na reunião de hoje.

"Não é que eu acredite ou deixe de acreditar, vamos discutir agora e não posso antecipar os resultados da discussão", explicou.

A UE expressou até ao momento de forma mais morna que países como Espanha, Alemanha e Reino Unido, no sábado passado deram um ultimato de oito dias para a realização de novas eleições ou, caso contrário, reconheceriam Guaidó.

O bloco também exigiu a organização de eleições nos próximos dias, sem dar, porém, um prazo.
 

Assuntos Justiça  

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