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07 Novembro de 2019 | 17h45 - Actualizado em 08 Novembro de 2019 | 12h28

Grupo de Lima reúne-se na sexta-feira em Brasília

Brasília - Ministros e representantes dos países do Grupo de Lima vão reunir-se na sexta-feira em Brasília para analisar a situação política da Venezuela e evitar a crise que levou milhões de pessoas a abandonar o país.

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Dístico do Grupo LIMA

Foto: Divulgação

A reunião, segundo a lusa, será a primeira do grupo desde a eleição do novo Presidente da Argentina, Alberto Fernández, que disse querer deixar o Grupo de Lima assim que assumir o cargo, em 10 de Dezembro, segundo a lusa

Constituído em 2017, o Grupo de Lima é composto pela Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru, Guiana e Santa Lúcia.

O Presidente eleito da Argentina insinuou, durante a campanha eleitoral, que o seu futuro governo poderá juntar-se ao Mecanismo de Montevideu, que também pretende uma solução para a crise da Venezuela, mas sem deixar de reconhecer o líder venezuelano Nicolas Maduro.

O Uruguai, México, Bolívia e Comunidade do Caribe (Caricom) apoiam o Mecanismo de Montevideu, uma iniciativa para impulsionar o diálogo político na Venezuela e que não reconhece Juan Guaidó como o auto-proclamado Presidente interino do país, uma função que reivindica desde Janeiro deste ano.

Apesar das intensas pressões do Grupo de Lima e de grande parte da comunidade internacional, a situação na Venezuela parece ter estagnado nos últimos meses, sem que Maduro ou Guaidó consigam reunir a força política necessária para se imporem.

Maduro está a ponderar antecipar as eleições legislativas, inicialmente previstas para Dezembro do próximo ano, o que pode deixar as forças lideradas por Guaidó numa encruzilhada.

O Grupo de Lima já rejeitou essa possibilidade numa declaração dura em que afirmou que a antecipação das legislativas será considerada "um desafio aberto à democracia e à Carta Democrática Interamericana".

Segundo a instituíção, a Assembleia Nacional é a "única autoridade legítima e democraticamente eleita" da Venezuela e uma antecipação das eleições seria "um novo exemplo de clara violação das normas democráticas, bem como do Estado de Direito e da Constituição venezuelana".

Assuntos Cooperação  

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