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13 Dezembro de 2019 | 11h43 - Actualizado em 13 Dezembro de 2019 | 11h43

Dinamarca vai enviar fragata e helicóptero para patrulhar estreito de Ormuz

Copenhaga - Dinamarca vai apoiar a coligação europeia com envio de uma fragata e um helicóptero para estreito de Ormuz, anunciou a Sputnik russa.

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O estreito de Ormuz é uma rota navegável de importância estratégica que conecta os países do golfo Pérsico com o oceano Índico.

Um terço de todas as exportações mundiais de gás natural e quase um quarto das exportações de petróleo passam por esta via marítima.

O governo dinamarquês vai enviar uma fragata, um helicóptero e 155 militares para a área do estreito de Ormuz por um período de quatro meses em meados de 2020, informaram num comunicado os ministros de Defesa, Trine Bramsen, e dos Negócis Estrangeiros, Jeppe Kofod, depois de uma reunião com a Comissão de Política e Assuntos Externos.

"Esta contribuição deve ajudar a garantir que os nossos navios possam navegar livremente sem correr riscos de segurança", disse Jeppe Kofod à emissora de rádio local.

O chefe da diplomacia dinamarquês sublinhou o interesse especial da Dinamarca em garantir a segurança na área, tendo em conta que é a quinta maior nação marítima.

Afirmou que a contribuição do país deve ser considerada como um complemento a outros esforços na região, tais como a coligação de segurança marítima internacional liderada pelos EUA, que inclui também a Arábia Saudita e o Reino Unido, entre várias outras nações.

A participação da Dinamarca fará parte da missão europeia de vigilância marítima no estreito de Ormuz, que já conta com adesão dos Países Baixos no mês passado.

O ministro da Defesa Trine Bramsen ressaltou que a Dinamarca tem uma Marinha capaz de "assumir responsabilidades"e "defender os princípios em que acredita". No entanto, para seguir em frente com a missão ainda é necessária a aprovação final do Parlamento.

As tensões no estreito de Ormuz e no Golfo Pérsico aumentaram no início do ano depois que vários petroleiros foram atacados na região.

Recentemente, os EUA anunciaram a formação de uma coligação conhecida como Operação Sentinela, com o propósito de escoltar petroleiros e outras embarcações mercantes no estreito de Ormuz e no golfo Pérsico.

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