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15 Março de 2019 | 05h43 - Actualizado em 15 Março de 2019 | 05h42

Estudantes rejeitados processam universidades nos EUA após escândalo de compra de vagas

Houston - O escândalo de compra de vagas em universidades dos Estados Unidos, deflagrado nesta semana, desencadeou acções civis em que pais ricos e bem relacionados e escolas de prestígio são acusados de práticas ilícitas, para que os filhos fossem aceites à custa dos menos abastados.

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As acções civis começaram a emergir na quarta-feira, um dia depois de procuradores federais afirmarem que uma empresa da Califórnia recebeu cerca de 25 milhões de dólares de pais que buscavam vagas para seus filhos, em escolas de elite como a Universidade Georgetown, Universidade Stanford, Universidade Yale e Universidade do Sul da Califórnia.

Cinquenta pessoas, incluindo 33 pais, são alvos de acusações criminais no maior escândalo de compra de vagas conhecido da nação. O suposto mentor do esquema, William Singer, se declarou culpado das acusações de extorsão.

Em uma das acções civis, Erica Olsen e Kalea Woods, estudantes de Stanford, disseram que foram privadas de uma oportunidade justa de conseguirem vagas em Yale e na Universidade do Sul da Califórnia, por causa de uma suposta extorsão e que seus créditos de Stanford perderam valor.

Singer e oito escolas, incluindo Stanford, foram identificados como réus na acção civil, que não especificou quanto prevê de indemnização.

Outra acção civil de Joshua Toy e sua mãe sustenta que uma vaga lhe foi negada apesar de ele ter tido uma nota média de 4,2, e pede 500 bilhões de dólares de indemnização de 45 réus, por o terem defraudado e infligido distúrbios emocionais a todos cujos "direitos a uma oportunidade justa" de entrar em uma universidade foram usurpados.

Os réus neste caso incluem Singer e pais acusados, entre eles a atriz Felicity Huffman, a atriz Lori Loughlin e seu marido estilista, Mossimo Giannulli, e o sócio da empresa de fundos privados TPG William McGlashan Jr.

Os advogados dos demandantes não responderam de imediato a pedidos de comentário.

Um porta-voz de Stanford disse que a universidade está analisando a acção civil.

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