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02 Abril de 2019 | 08h39 - Actualizado em 02 Abril de 2019 | 08h39

México descarta plano para conter imigrantes na fronteira com os EUA

Cidade do México - O governo do México descartou nesta segunda-feira a elaboração de um plano para deter imigrantes na fronteira dos Estados Unidos e chamou de "decisão unilateral" as declarações feitas pelo presidente americano, Donald Trump, que ameaçou fechar das passagens que ligam os dois países.

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"Essas são decisões unilaterais e como disse o presidente Andrés Manuel López Obrador: 'paz e amor'", disse a secretária de governo do México, Olga Sánchez Cordero, a veículos da imprensa local.

Trump reiterou as ameaças de fechar a fronteira dos EUA com o México se o governo do país vizinho não actuasse para controlar de forma imediata a imigração ilegal para o território americano.

Mais cedo, López Obrador disse na entrevista colectiva que concede diariamente que não vai entrar em confronto com a Casa Branca.

"Queremos ter uma política de amizade com o governo dos EUA, uma relação de boa vizinhança e actuar com muita prudência, não nos envolvermos em um confronto", disse o presidente mexicano.

Sánchez  Cordero também descartou que o México esteja elaborando um plano para deter os imigrantes que tentam chegar aos EUA.

"Temos que regular, regular e regular a migração. Não somos um governo repressivo e não queremos de maneira alguma, por nenhum motivo, militarizar a fronteira", afirmou a ministra.

Apesar de negar o plano, Sánchez Cordero disse que o governo de López Obrador sabe que o problema precisa ser solucionado. E reiterou que a migração precisa ser regulada e segura.

A ministra também pediu que os governos de Guatemala, Honduras, El Salvador e Belize façam suas partes.

"As caravanas são uma realidade, não são um mito. É a nova forma de fazer a imigração, uma união para a segurança, de ir caminhando através do caminho que percorrem até chegar à fronteira", disse.

Assuntos Imigração  

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