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22 Julho de 2019 | 08h45 - Actualizado em 22 Julho de 2019 | 08h45

Bolsonaro volta a criticar agência estatal que monopoliza a Amazónia

Brasília - O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, voltou hoje a criticar a agência estatal que monitoriza a Amazónia, afirmando que o relatório que dá conta de que aumentou a desflorestação prejudica a reputação do país.

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Um relatório que, disse Bolsonaro, surge quando há uma "psicose ambiental" no exterior sobre a protecção ambiental no Brasil.

O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), uma instituição pública federal, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, informou que aumentou o desmatamento da Amazónia e que dados preliminares de satélite indicavam que mais de mil quilómetros quadrados de floresta tinham sido destruídos na primeira metade de Julho, um aumento de 68 por cento face ao mesmo período do ano passado.

Os dados foram divulgados na quinta-feira e na sexta-feira o Presidente já tinha questionado as estimativas oficiais e dito que não acreditava nos números.

Hoje, Bolsonaro já não disse que eram dados falsos, mas disse que o Inpe deve coordenar os relatórios com altos funcionários do Governo, que apoiam mais liberalização do uso da Amazónia.

Mas publicá-los como foi feito deixa o Brasil numa "situação complicada", disse o Presidente na página de notícias G1, da rede Globo.

"A questão ambiental aí fora é na verdade psicose ambiental. Você tem que combater se tiver desmatamento, não é justo aqui dentro fazer campanha contra o Brasil. No mínimo, se o dado for alarmante, ele [Ricardo Magnus Osório Galvão, director do Inpe] deveria, em tom de responsabilidade, respeito e patriotismo, procurar o chefe imediato, no caso o ministro", disse Bolsonaro.

E acrescentou, citado na página de notícias (com vídeo das declarações de Bolsonaro): "Assim é que deve ser feito e não de forma rasa como ele faz, que coloca o Brasil em situação complicada".

Assuntos Governação  

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