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22 Julho de 2019 | 08h41 - Actualizado em 22 Julho de 2019 | 11h02

Shinzo Abe sem votos suficientes para reforma constitucional

Tóquio - A coligação política do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, venceu as eleições parciais de domingo, mas sem conseguir os dois terços necessários na câmara alta do parlamento para levar avante uma reforma constitucional, segundo noticiou hoje a Lusa.

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Primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe (Foto arquivo)

Foto: Divulgação

Dos 124 lugares que foram a votos, 71 terão sido conquistados pelo conservador Partido Liberal Democrático, de Shinzo Abe, e pelo seu aliado político, Komeito, de acordo com os resultados compilados e divulgados pelo canal público de televisão NHK.

As eleições de domingo foram convocadas para eleger metade dos parlamentares que compõem o Senado, a câmara alta do parlamento (Dieta) nipónico. A restante composição será eleita num escrutínio agendado para 2022.

Assim, e apesar de garantir a maioria naquele órgão legislativo (141 lugares num total de 245), Abe não alcançou o número de assentos necessários para poder pressionar uma revisão constitucional.

O objectivo do Abe é emendar a Constituição, adoptada após a Segunda Guerra Mundial, para alterar o carácter pacifista e também para que as forças militares, actualmente denominadas Forças de Autodefesa, tenham um papel mais activo.

Esta alteração tem de ser aprovada por ambas as câmaras e submetida a referendo.

Embora na câmara baixa, Abe e os aliados assegurem dois terços dos lugares, o mesmo não acontecer na câmara alta, desde a votação deste domingo.

"A eleição para a câmara alta não foi realizada para ganharmos dois terços dos assentos, foi para manter a estabilidade", relativizou Abe, em declarações a outra televisão nipónica.

Assuntos Governação  

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