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07 Agosto de 2019 | 05h46 - Actualizado em 07 Agosto de 2019 | 04h25

Governo uruguaio acusa EUA de intromissão em sua campanha eleitoral

Medellin - O governo uruguaio elevou o tom com relação a Washington, e acusou a administração de Donald Trump de se intrometer na campanha eleitoral para as presidenciais de Outubro.

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Na segunda-feira, a chancelaria uruguaia emitiu um incomum comunicado no qual alertou seus cidadãos que viajarem aos Estados Unidos sobre a "crescente violência indiscriminada" no país após dois ataques a tiros ocorridos no fim-de-semana e que deixaram mais de 30 mortos, segundo a AFP.

O texto se seguiu a um aumento no nível de advertência do Departamento de Estado aos cidadãos norte-americanos que viajarem ao Uruguai devido ao "aumento da delinquência" no país sul-americano.

Nesta terça, o chanceler uruguaio, Rodolfo Nin Novoa, reiterou que o Uruguai considera que os Estados Unidos se intrometem na campanha eleitoral uruguaia, confirmou que o comunicado de segunda-feira foi uma resposta à mensagem emitida por Washington na sexta-feira, e afirmou que se trata de uma questão de "dignidade nacional".

"Disse que (os Estados Unidos) se intrometiam" na campanha eleitoral uruguaia, afirmou Nin Novoa, durante uma entrevista com a rádio local Carve, ao mesmo tempo em que assegurou que "não há nenhuma tensão" com Washington.

Assuntos Eleições  

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