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10 Outubro de 2019 | 04h00 - Actualizado em 10 Outubro de 2019 | 04h00

Colômbia: Partido FARC expulsa ex-chefes rebeldes que se rearmaram

Bogotá - O partido FARC, surgido do acordo de paz na Colômbia, oficializou nesta quarta-feira a expulsão de um grupo de ex-líderes rebeldes que no final de Agosto, deste ano, anunciaram que voltariam às armas.

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"O anúncio do rearmamento desconhece nossas instâncias de direcção nacional" e "todos os alinhamentos políticos e princípios em matéria disciplinar", informou em comunicado a Força Alternativa Revolucionária do Comum (FARC).

O partido de esquerda, que já havia condenado publicamente o rearmamento de seus ex-companheiros, assegurou que violaram "o estatuto e o código de ética em todos os seus números, dando lugar a um acúmulo de situações constituídas em faltas leves, faltas graves e faltas gravíssimas" que sustentariam sua expulsão.

Nas FARC "não cabem as expressões armadas", acrescentou o comunicado.

A decisão envolve o ex-chefe negociador e o ex-número dois da então guerrilha comunista, Iván Márquez, e antigas lideranças como Jesús Santrich e Hernán Darío Saldarriaga ('El Paisa').

Num vídeo publicado nas redes sociais no final de Agosto, esses rebeldes apareceram vestidos com roupas militares junto com 17 outros dissidentes e anunciaram seu retorno às armas, referindo-se a uma "traição de Estado" ao que foi acordado com o governo de Juan Manuel, Santos em 2016.

Os dissidentes também se apresentaram como guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias dissolvidas da Colômbia (FARC).

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