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27 Maio de 2020 | 21h31 - Actualizado em 27 Maio de 2020 | 20h29

PM admite negociar acordos com países para evitar quarentena no Reino Unido

Londres - O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, admitiu hoje negociar acordos com outros países para ficarem isentos da quarentena de duas semanas que o Reino Unido vai impor a partir de 08 de Junho a todos que cheguem do estrangeiro.

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Boris Johnson, primeiro-ministro britânico

Foto: Divulgação

Questionado durante uma audição parlamentar, Johnson admitiu essa possibilidade durante a reavaliação da medida prevista para após três semanas, a 29 de Junho.

“Sim, queremos garantir que usamos a reavaliação após as três semanas para sermos sensatos. Queremos reduzir o R [índice de infecção] o máximo possível neste país e ter um sistema de quarentena o mais sensato possível e manter fluxos o mais generosos possíveis”, afirmou.

O chefe do governo britânico disse que será necessário "chegar a acordo com esses países”, mas com a condição de que o Reino Unido consiga avançar no combate à doença e que existem provas de que os países em causa estão ao mesmo nível.

O Reino Unido é actualmente o segundo país com o maior número de mortes, atrás dos EUA, tendo registado 37.048 óbitos e 267.240 casos de contágio, segundo o balanço de hoje do ministério da Saúde britânico.

A partir de 08 de Junho, o governo britânico vai obrigar todas as pessoas, incluindo britânicos e residentes no Reino Unido, que cheguem ao país por via aérea, marítima ou ferroviária a permanecer isoladas durante 14 dias para reduzir a probabilidade de infecção.

As transgressões serão puníveis com multas de mil libras, estando isentas pessoas vindas da Irlanda, motoristas de transportes de mercadorias, médicos que estejam envolvidos no combate à pandemia de Covid-19 e trabalhadores agrícolas sazonais.

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