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14 Setembro de 2011 | 23h28 - Actualizado em 15 Setembro de 2011 | 09h47

Mudança da toponímia das principais cidades constitui reflexo de bantuismo da figura de Neto

17 de Setembro

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Luanda – A decisão de António Agostinho Neto, primeiro presidente de Angola independente, em substituir a maioria da toponímia colonial em relação às cidades e principais locais socioculturais, constitui reflexo da sua génese bantu, defendeu hoje o historiador Simão Souindoula.

Segundo o especialista, que falava durante uma mesa redonda, na União de Escritores Angolanos (UEA), sobre o “bantuismos e suas influências na poesia de Agostinho Neto”, o antigo estadista considerava necessário lutar pela libertação do país.

Daí, acrescentou, a alteração da antiga toponímia que era mais identificada com a sociedade colonialista.

Cidades como do Huambo (ex-Nova Lisboa), Uíge (ex-Carmona), M'banza Kongo (ex-São Salvador do Zaire) foram, entre outras, alterações introduzidas pelo presidente Agostinho Neto.