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27 Agosto de 2015 | 06h35 - Actualizado em 27 Agosto de 2015 | 08h05

Angola: Museu da Escravatura aposta na cooperação para tornar exposições mais atractivas

Luanda - A cooperação com museus nacionais e estrangeiros que conservam artefactos e documentos que reportam o tráfico de escravos constam dos desafios da direcção do Museu Nacional da Escravatura para tornar as exposições mais atractivas ao público, informou nesta quinta-feira, em Luanda, o director da instituição, Vladimir Fortunato.

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Museu da Escravatura

Foto: Lino Guimaraes

Em declarações à Angop sobre o papel dos museus na preservação, valorização e divulgação da história, da cultura e dos hábitos e costumes, o responsável adiantou que a intensificação da cooperação se destina a área de recolha de artefactos, bem como toda produção plástica do tráfico negreiro produzida por europeus e africanos.

O responsável apontou as antigas fazendas coloniais que foram palco de tráfico e escravatura, o espaço circundante ao Museu Nacional da Escravatura com grandes possibilidades de aquisição de material para enriquecer o acervo museológico.

 “Temos fortes possibilidades de aumentar o acervo, uma vez em que a maior parte dos lugares e memória de tráfico de escravo e a escravatura ainda não foram objecto de estudo e de exploração por parte de arqueólogos e de historiadores”, acrescentou.

O Museu Nacional da Escravatura localiza-se no Morro da Cruz, na cidade de Luanda. Dedicado à memória da escravidão, é uma destacada instituição cultural do país. Criado em 1977 pelo Instituto Nacional do Património Cultural, com o objectivo de dar a conhecer a história da escravatura em Angola, o Museu Nacional da Escravatura tem a sua sede na Capela da Casa Grande, templo do século XVII, onde os escravos eram baptizados antes de embarcar nos navios negreiros que os levavam para o continente americano.

O museu reúne e expõe centenas de peças utilizadas no tráfico dos escravos. Está instalado na antiga propriedade do Capitão de Granadeiros D. Álvaro de Carvalho Matoso, Cavaleiro da ordem de Cristo.

Assuntos Angola   Museus  

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