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16 Dezembro de 2017 | 16h56 - Actualizado em 16 Dezembro de 2017 | 23h04

Portugal: Defendida maior divulgação do património cultural angolano

Lisboa (Da correspondente) - O adido cultural da embaixada angolana em Portugal, Luandino Carvalho, declarou neste sábado, em Lisboa, que uma maior divulgação do património cultural e dos recursos naturais e paisagísticos de Angola pode contribuir para alavancar a economia nacional.

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Luandino de Carvalho falava à Angop a propósito do encontro de “Capacitação das Comissões Nacionais da UNESCO de países de língua portuguesa”, realizado sexta-feira pela Comissão Nacional da Unesco.

O responsável considerou ser necessário que todos os entes sociais e institucionais apoiem o Ministério da Cultura no aturado trabalho de valorização, preservação e gestão do património cultural angolano.

“Neste momento temos que cuidar e preservar Mbanza Kongo pela responsabilidade que agora tem no contexto mundial”, e inscrever outros locais visando a afirmação de Angola como nação na região e no mundo.

Luandino Carvalho acrescentou que o evento da UNESCO fez perceber a importância que se deve dar à gestão responsável, atenta e profissional do vasto e diversificado património material e imaterial de Angola.  

Lembrou que Mbanza Kongo é já Património da Humanidade e que o país prepara os dossiers das Gravuras de Tchitundo Hulu, o Corredor do Rio Kwanza e a Batalha do Cuito Cuanavale para submeter a este importante órgão cultural e educacional da ONU, a UNESCO.

Os participantes tiveram a oportunidade de tomar conhecimento da experiência do que Portugal tem feito na gestão do seu vasto património nacional e mundial.

Foram apresentados alguns exemplos como a Paisagem de Sintra, o Concelho de Cascais, Óbidos e Idanha-a-Nova de Lisboa.

Participaram igualmente pela parte angolana, a técnica da delegação da UNESCO em Angola, Ana Silva, o ministro da Cultura português, Luís Filipe Castro Mendes, presidente da câmara de Sintra, Basílio Horta, secretários gerais e representantes das várias Comissões da UNESCO, e representações das Comissões Técnicas da UNESCO do Brasil, Moçambique, São-Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné-Bissau e Timor Leste.
 

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