Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Lazer e Cultura

17 Maio de 2017 | 10h22 - Actualizado em 17 Maio de 2017 | 10h22

Obras dos angolanos António Ole e Francisco Vidal superam estimativas em leilão em Londres

Londres- Algumas das obras dos angolanos António Ole e Francisco Vidal superaram terça-feira as estimativas no primeiro leilão da Sotheby's dedicado exclusivamente a Arte Moderna e Contemporânea de África, que se realizou em Londres.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

1 / 1

Artista plástico angolano António Ole

Foto: Joaquina Bento

"Memória", de António Ole, criada em 2016, que tinha uma estimativa base de entre 16.000 e 20.000 libras (18.500 - 23.100 euros), acabou por ser licitado pelo valor mais alto, 20 mil libras (cerca de 23.292 mil euros), o mesmo preço alcançado por "Espírito Caluanda", de 2015, que tinha uma estimativa base de entre 12.000 e 18.000 libras (13.900 - 20.800 euros).  

Do mesmo artista, "Sem título", de 1996, avaliado em entre 4.000 e 6.000 libras (4.650 e 7.000 euros), foi licitado por 5.625 libras (6.551 euros).  

Francisco Vidal tinha duas obras no catálogo: "Bye bye NYC, Hello LD; Bye bye LD, Hello NYC", de 2014, com valor estimado entre 15.000 e 20.000 libras (11.600 - 17.300 euros), foi licitada por 12.500 libras (14.557 euros), porém "Icarus Chocolate", de 2013, que tinha um preço estimado entre 15.000 e 20.000 libras (17.300 - 23.100 euros), não conseguiu atrair um comprador.  

No total, ficaram por vender 36 lotes, mas o leilão rendeu 2.772.250 libras  (3.254.753 euros), perto da estimativa mais baixa de 3,8 milhões de libras que a Sotheby's tinha esperança de angariar.  

Foram a leilão 115 obras de arte de mais de 60 artistas de 14 países, incluindo, além de Angola, Argélia, Benin, Gana, Costa do Marfim, Mali, Nigéria, Senegal, Etiópia, Uganda, Camarões, República Democrática do Congo, África do Sul e Zimbabué.  

"A Sotheby's tem observado este mercado crescer há vários anos e decidiu que esta era a altura certa para entrar no mesmo. Temos registado um aumento enorme de clientes do continente africano, bem como de coleccionadores do resto do mundo que estão muito interessados em coleccionar arte africana", afirmou na apresentação a directora de Departamento da Sotehby's, Hannah O'Leary.

Segundo a leiloeira britânica, apesar de um grande progresso nos últimos anos, os artistas africanos representam apenas 0,01% do mercado internacional de arte.

Assuntos Angola   Artes Plásticas  

Leia também
  • 17/05/2017 08:50:24

    Angola: Museus-o baluarte da história de Angola

    Luanda- Os museus, instituições cuja missão é identificar, recolher, catalogar e apresentar ao público acervo diversificado, têm sido, ao longo dos tempos, os principais baluartes da preservação, valorização e divulgação da identidade sócio cultural do país em toda a sua dimensão.

  • 16/05/2017 14:33:01

    Pavilhão de Angola em Veneza recebe músicos e estudiosos

    Veneza- O Pavilhão de Angola na Bienal de Veneza recebe nos próximos dias músicos e estudiosos da arte angolana e africana, informu nesta terça-feira, o curador do pavilhão, Paulo Kussy.

  • 16/05/2017 13:08:49

    Ministério da Cultura promove debate sobre transferência de conhecimento

    Luanda- O Ministério da Cultura promove nos dias 18 e 19 um debate sobre a transferência do conhecimento para o sector produtivo e protecção da propriedade intelectual, informou nesta terça-feira, em Luanda, o director Nacional dos Direitos de Autor e Conexos, Barros Licença.