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13 Janeiro de 2018 | 06h15 - Actualizado em 12 Janeiro de 2018 | 19h36

Actividades em torno do Dia da Cultura Nacional marcam a semana

Luanda - As diversas actividades realizadas nas 18 províncias do país no âmbito do 8 de Janeiro, Dia da Cultura Nacional, cujo acto central foi orientado pela ministra do sector, Carolina Cerqueira, na cidade do Dundo, província da Lunda Norte, marcou a semana que hoje, sábado, termina, no noticiário da Educação e Cultura da Angop.

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Na ocasião, Carolina Cerqueira defendeu a necessidade da sociedade, principalmente os agentes culturais, resgatarem os valores tradicionais para a promoção do patriotismo e a exaltação da ética e da moralidade.

Apelou aos angolanos no sentido de estarem mais atentos para desencorajarem “práticas culturais negativas, tais como o casamento precoce, a mutilação genital feminina e a acusação de feitiçaria” dirigida a crianças e idosos.

Outra notícia de destaque na semana foi o apelo feito, pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, sexta-feira, em Luanda, aos responsáveis dos grupos carnavalescos no sentido de primarem pelo patriotismo e criatividade, para se fazer uma festa alegre e digna.

“Deve haver patriotismo e poder criativo dos integrantes dos grupos carnavalescos, para que nos dias 10, 11 e 13 de Fevereiro se possa dançar o Carnaval nas ruas e bairros do país”, frisou.

A governante garantiu que o Executivo tudo está a fazer para colocar ao dispor das agremiações as condições indispensáveis para participarem do Entrudo/2018 e pediu calma e ao empenho de todos para que a maior festa popular do país aconteça dentro do espírito de irmandade e de solidariedade.

Outro assunto de realce, nos últimos sete dias, foi o falecimento do historiador angolano Simão Souindoula, segunda-feira, no Hospital Josina Machel, em Luanda, vítima de doença.

Simão Souindoula, antigo quadro do Ministério da Cultura, dedicou a sua carreira no enriquecimento da história de Angola e de África, mais especificamente na vertente relacionada ao fenómeno de tráfico de escravos.

Simão Souindoula começou a sua carreira em 1976, no Laboratório Nacional de Antropologia, trabalhou no Centro Internacional das Civilizações Bantu (CICIBA), em Libreville, de 1983 a 2003, e reintegrou no Ministério da Cultura em 2004, ocupando o cargo de director do Museu Nacional da Escravatura.

Fez parte da Comissão Científica do Projecto Mbanza Kongo e exerceu ainda as funções de vice-presidente do Comité Científico do Projecto Rota de Escravos da Unesco.

A detenção de um subdirector da escola pública do I e II ciclo do ensino secundário nº 2004 do distrito urbano dos Ramiros, município de Belas, em Luanda, segunda-feira, pela Polícia Nacional, acusado de cobrar dinheiro para as matrículas dos alunos foi outra manchete da semana.

O subdirector da escola foi detido depois de denúncias feitas por pais e outros encarregados de educação que foram vítimas da extorsão. 

Uma circular do Gabinete Provincial da Educação de Luanda indica que as escolas do ensino primário, do I e II ciclo do ensino secundário estão proibidas de cobrar valores monetários.

No final de 2017, o director provincial Gabinete Provincial da Educação de Luanda, André Soma, advertiu que haveria medidas punitivas, em caso de se detectar cobranças.

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