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24 Maio de 2019 | 15h54 - Actualizado em 24 Maio de 2019 | 15h54

Escritor defende cimeira independente da União Africana

Luanda - O escritor José Luís Mendonça defendeu, nesta sexta-feira, em Luanda, a necessidade da realização de uma cimeira de intelectuais independentes apartidários de cada país da União Africana (UA), a fim de se defender a cultura na região.

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escritor José Luís Mendonça

Foto: Gaspar dos Santos

 

Em declarações à imprensa à margem da palestra obre a “Síndrome da invisibilidade cultural entre as Nações da África Austral”, acrescentou existir um problema de comunicação cultural em África, que resulta no desconhecimento dos fazedores de cultura da vanguarda de alguns países da região.

Considerou esse problema como muito grave, pois não promove a unidade do continente africano.

Para tal, apresentou a proposta de diplomacia cultural dos países africanos, com recurso ao uso das tecnologias de informação e investimento no processo de cooperação cultural, utilizando os meios modernos disponíveis.

Por sua vez, o professor Mário Joaquim Aires dos Reis, que falava sobre “A violência intelectual em África”, ressaltou que o discurso dos intelectuais pode, de uma certa forma, prevenir, preparar e abrir caminho para uma violência física.

Adiantou que,  segundo a história, os grandes massacres foram sempre precedidos por discursos de ódio feitos pelos intelectuais, pois estes tomam partido em relação ao regime político vigente ou ficam contra, mas nunca são neutros.

Para si, este tipo de discurso deve ser acautelado, pois pode despoletar uma violência física de eliminação do outro, não só no plano simbólico como também no plano concreto.

As palestras fizeram parte do programa da Faculdade de Letras da Universidade Agostinho Neto para assinalar o Dia de África, 25 de Maio.

Assuntos Angola  

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