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19 Junho de 2019 | 14h52 - Actualizado em 19 Junho de 2019 | 14h52

Usos e costumes devem prevalecer na sucessão

Luanda - O Secretário de Estado da Comunicação Social, Celso Malavoloneke, afirmou, nesta quarta-feira, em Luanda, que a sucessão das autoridades tradicionais deve ser determinada pelas instituições endógenas e pelos usos e costumes.

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Celso Malavoloneke, Secretário de Estado da Comunicação Social

Foto: Rosário dos Santos

Em declarações à Angop à margem do III encontro nacional sobre as autoridades tradicionais, o secretário sublinhou que, desde que a referida acção não coloca em risco o respeito a constituição, as leis, a coesão e harmonia social, o Estado deve deixar que prevaleçam os costumes na nomeação da sucessão das autoridades tradicionais.

Neste sentido, disse, o Estado deve garantir o cumprimento e a observância da constituição e das leis, a tranquilidade, a ordem, o bem-estar público e das comunidades  e que não haja nenhum acto ou acção que ponha em perigo as normas.

Ao abordar o tema “Autoridades Tradicionais-Legitimidade e linhagem numa perspectiva comparada”, o dirigente fez um retrato do que pode ser a legitimidade e linhagem de sucessão e herança no poder tradicional.

O encontro emerge da necessidade da criação de um espaço amplo de intercâmbio e de discussão, de dois em dois anos, sobre as autoridades tradicionais, o seu papel e função, bem como o seu contributo na moralização das comunidades e na promoção, preservação e divulgação da cultura angolana.

Durante os dois dias de actividades, os participantes abordaram questões relacionadas com os modelos de articulação entre as administrações locais e as autoridades tradicionais, esperando-se propostas tendentes a melhorar a organização das actividades, num contexto de mudanças social e política.

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