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02 Julho de 2019 | 22h48 - Actualizado em 02 Julho de 2019 | 22h48

Governo apresenta Bienal de Luanda a Aliança de Parceiros

Luanda - A Bienal de Luanda- Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, a acontecer entre 18 a 22 de Setembro, na capital do país e em Benguela, foi apresentada, nesta terça-feira, a Aliança de Parceiros para a Cultura de Paz em África.

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Comissão da bienal de Luanda que promove encontro com parceiros

Foto: Henri Celso

A bienal visa ainda a criação de um movimento africano que, possa disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e afirmação dos países africanos em vários domínios, particularmente na defesa dos direitos humanos e das minorias, assim como o combate à corrupção.

A realização  em Angola prova a vontade política do governo em estabelecer uma cooperação  cada vez mais estreita  com a Unesco com vista a promoção  de uma verdadeira cultura de paz em África e representa o reconhecimento do exemplo de Angola no fortalecimento da Paz e da reconciliação nacional

A ministra da Cultura, Maria da Piedade de Jesus, ao intervir no acto, sublinhou que o Executivo angolano está fortemente engajado no reforço da coesão social, na promoção de valores da tolerância, do respeito mútuo e do fomento da diversidade cultural.

Maria da Piedade de Jesus acrescentou que as ideias a serem produzidas em Luanda serão a mola impulsionadora para os inúmeros projectos  de responsabilidade social e para a retoma de acções que constituem boas práticas no âmbito da educação, ciência e da cultura.

Apelou o engajamento dos parceiros para unir esforços e tornar a Bienal de Luanda numa marca continental e internacional tal, como sugere a sua logo marca " Potenciadora de um efeito multiplicador de boas práticas”.

“Trata-se de uma Aliança multi-actores para responder aos desafios da Agenda 2030, das Nações Unidas, e 2063, da União Africana, promover o desenvolvimento, a troca de experiência, entre outras actividades acções”, reafirmou a governante.

Por seu turno, a condenadora da Comissão Nacional, Alexandra de Aparício,  que o evento tem como objectivo desenvolver e fortalecer o movimento Pan-Africano para a Cultura da Paz e não violência, através do estabelecimento de parceiros inovadores, organizações internacionais e sectores privadas

“A primeira edição da Bienal de Luanda lança uma Aliança de Parceiros para a Cultura da Paz em África com o propósito de criar sustentabilidade e gerar impacto positivo, tangível e significativo para os povos do continente africano”, reforçou.

A Aliança de Parceiros para uma Cultura de Paz em África faz parte da implementação da Agenda 2030, através da realização dos seus 17 objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Mais de 15 países africanos e da diáspora, convidados de outros continentes já confirmaram a sua participação. Entre os países convidados, Egipto, Marrocos, Etiópia, Quénia, Ruanda, Mali, Nigéria, Cabo Verde, República do Congo, RDC, Namíbia, África do Sul, Brasil e Itália.

Além de manifestações artísticas e culturais dos seus respectivos países, a Bienal reunirá, na capital angolana, representantes governamentais, membros da sociedade civil, do sector privado, da comunidade artística e científica, instituições e organizações internacionais.

Com o evento tripartido (Angola, União Africana e UNESCO), o país quer promover também a harmonia e irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas e representantes da sociedade civil, autoridades tradicionais e religiosas, assim como intelectuais, artistas e desportistas.

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