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26 Julho de 2004 | 19h11

Presidente em exercício da AN consternado pela morte de Francisco Romão

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Luanda, 26/07 - O presidente em exercício da Assembleia Nacional, João Lourenço, manifestou-se hoje consternado pela morte, por suicídio, do vice-ministro das Relações Exteriores para a Cooperação, Francisco Romão de Oliveira, ocorrida domingo, em Luanda.

"Com profunda consternação tomei conhecimento da notícia do falecimento do embaixador Francisco Romão, nacionalista da primeira hora e homem de talento", lê-se numa mensagem de condolências enviada hoje à Angop.

Do extinto vice-ministro, salienta a mensagem, "guardaremos para sempre o exemplo do homem servidor da causa angolana, empenhado na defesa da verdade e da justiça, pelos quais se bateu no rico percurso da sua vida".

Por último, em nome da Assembleia Nacional, João Lourenço apresenta ao Ministério das Relações Exteriores as mais sentidas condolências pelo passamento físico do embaixador Francisco Romão de Oliveira e Silva.

Francisco Romão de Oliveira, que nasceu a 01 de Outubro de 1942, em Luanda, exerceu, entre outras, funções de governador da província de Luanda no período compreendido entre 1977 e 1981, foi embaixador extraordinário e plenipotenciário de Angola na República Federativa da Jugoslávia de 1981 a 1986.

Foi o primeiro embaixador extraordinário e plenipotenciário de Angola na República Federativa do Brasil de 1987 a 1993, director do Gabinete de Apoio à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) bem como director para Europa do Ministério das Relações Exteriores.

Francisco Romão era membro da Ordem dos Advogados de Angola.