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29 Novembro de 2006 | 16h51

Governo aprova condições para funcionamento do BDA

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Conselho de Ministros aprova condições para funcionamento do Banco de Desenvolvimento de Angola

Foto: Foto Angop

Luanda, 30/11 - O Conselho de Ministros anunciou quarta-feira, em Luanda, na sua 9ª sessão ordinária, orientada pelo presidente da Republica, José Eduardo dos Santos, que estão criadas as condições técnico-operativas fundamentais para o início da actividade do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA).

Neste âmbito, refere o documento final da reunião, o Conselho de Ministros procedeu à nomeação para um mandato de cinco anos do Conselho de Administração do BDA - EP, tendo como Presidente, Teodoro da Paixão Franco Júnior e como administradores Valentina Matias de Sousa Filipe, Amândio Cardoso Reis Esteves, Gualberto Lima Campos e Valter Rui Dias de Barros.

O BDA é uma pessoa colectiva de direito público, com sede em Luanda, onde tem disponível para o público uma Agência Central, estando sujeito à superintendência do Chefe do Governo e a tutela do Ministério das Finanças.

O banco é uma instituição financeira de desenvolvimento, cujo objectivo principal é possibilitar que as pequenas, médias e grandes empresas criem as condições necessárias para o seu funcionamento, bem como facilitar aos agentes privados o desenvolvimento de projectos de investimento de médio e longo prazos, com menor custo e maior rapidez.

Em declarações à imprensa, o coordenador da comissão de implantação do BDA, Paixão Júnior, reafirmou que estão criadas as condições para o banco iniciar as suas actividades a partir de Dezembro deste ano.

"Neste momento estamos apenas a criar algumas melhorias em termos de instalação. As pessoas já existem e estamos a trabalhar num projecto informático que deve terminar em Janeiro do próximo ano", disse.

Além de Luanda, nesta fase inicial o BDA vai operar nas províncias do Bié, Benguela, Huambo, Malanje e Bengo. Estão a ser executadas operações pilotos nos sectores de materiais de construção e agricultura, com projectos ligados às culturas de milho, feijão e algodão, este último enquadrado também na indústria têxtil.

Com sede na capital do país, o BDA prevê a criação de delegações em todas as províncias para representar os interesses da instituição, e contrariamente ao modelo existente, disponibilizará os seus serviços através dos balcões dos bancos que operam no mercado nacional.

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