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09 Agosto de 2009 | 18h51 - Actualizado em 10 Agosto de 2009 | 08h18

Angola promete continuar contribuir para a paz e promoção do diálogo

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Ministro das Relações Exterioes, Assunção dos Anjos

Foto: Angop

Luanda – Angola reafirmou neste domingo, o desejo de cooperar com os  Estados Unidos numa “ampla aliança das nações amigas da paz, do diálogo, e manifestamente inimiga da intolerância e dos extremismos”.

O pronunciamento é do ministro angolano das Relações Exteriores, Assunção dos Anjos, durante o almoço oficial que ofereceu a secretária de Estado americana, Hilary Clinton, que realiza visita de 24 horas a Angola.  

Assunção dos Anjos falou da convergência de ponto de vista entre Angola e os Estados Unidos da América em contribuírem para tornar o mundo mais justo e seguro, prevalecendo os valores democráticos, a segurança, as liberdades individuais, o direito dos povos ao bem estar material e espiritual, num quadro de boa governação, transparência e de livre competitividade económica.

"Angola é já um dos principais parceiros dos Estados Unidos à sul do Sahara e pretende aprofundar ainda mais o relacionamento de forma a constituir uma base cada vez mais segura nos domínios político, diplomático, económico e cultural", declarou.

É neste sentido, adianta, que temos vindo a preconizar uma parceria estratégica no âmbito da segurança, no aprovisionamento energético, e de justa e equilibrada política de preços no domínio dos petróleos, como condições necessárias para um
desenvolvimento harmonioso da economia mundial.

No caso particular de Angola temos feito todos os esforços para refazer o tecido social e humano, reforçar a harmonia no seio da população, consolidar a reconciliação nacional, para por de pé tudo aquilo que a guerra destruiu e engrenar na modernização do país.

Temos hoje indiscutivelmente um país mais estável, com instituições democráticas a funcionar normalmente e com uma economia em franca recuperação, sublinhou o ministro das relações exteriores.

Referiu que o “grande desafio nesta fase continua a ser o combate a pobreza, a fome, as grandes endemias e a melhoria das condições e qualidade de vida das populações”.

Declarou haver consciência que não se vive isolados, razão pela qual “o país tem sabido conciliar as perspectivas de desenvolvimento com as exigências de uma acção consertada a nível regional, continental e com o resto do mundo”.

Adiantou estar igualmente de acordo que o continente africano assuma a liderança do seu próprio destino, tornando-se num actor mais dinâmico, na observância dos grandes destinos, pelo se rege a comunidade internacional.

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