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29 Novembro de 2013 | 15h35 - Actualizado em 29 Novembro de 2013 | 15h40

Angola: Órgãos de inteligência e segurança garantem exercício dos direitos dos cidadãos

Luanda - O ministro do Interior, Ângelo Tavares, considerou nesta sexta-feira, em Luanda, que a criação dos órgãos de Inteligência e Segurança do Estado visou responder a uma exigência de Estado, de maneira a garantir o livre exercício do seu poder soberano, assim como dos plenos direitos dos cidadãos, constitucionalmente consagrados.

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Ministro do Interior, Ângelo de Barros Veiga Tavares

Foto: Angop

O governante manifestou, em mensagem de felicitações alusiva a mais um aniversário desses órgãos, assinalado hoje, que durante todo este percurso histórico a instituição soube colocar-se à altura das exigências de cada momento.

Adiantou que os seus membros, homens e mulheres, imbuídos de espírito de audácia e determinação, revestidos de perseverança e tenacidade imbatíveis, souberam ultrapassar todas as adversidades e neutralizar em tempo útil as várias tentativas de subversão dos interesses do Estado angolano.

No actual contexto do mundo cada vez mais globalizado, referiu que os Órgãos de Inteligência e de Segurança do Estado são chamados a desempenhar o seu papel, aprimorando os métodos e mecanismos de prevenção e combate às mais variadas formas de comportamentos, considerados como ameaças globais.

Assim, apontou o terrorismo, branqueamento de capitais, imigração ilegal, tráfico de seres humanos, drogas e outros crimes que atentam contra os princípios constitucionais aceites pelo direito internacional.

"Angola, sendo parte integrante deste universo, para enfrentar estes e outros desafios deverá contar com quadros de elevado perfil técnico, dotados de conhecimentos, habilidades e valores susceptíveis de dominar as novas tecnologias de informação, em benefício do povo angolano e da defesa dos superiores interesses do Estado e da Nação", expressou.

Considerou ainda imperioso que se reforce diariamente o sentimento patriótico dos efectivos, a todos os níveis, e os princípios que devem nortear a sua conduta, mantendo sempre o devido rigor, isenção e disciplina num ambiente de solidariedade institucional e de elevada responsabilidade.

 

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