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04 Abril de 2013 | 16h16 - Actualizado em 04 Abril de 2013 | 16h16

Bandeira-Monumento será hasteada 12 vezes por ano

Angola

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Luanda - A Bandeira-Monumento no Museu Nacional de História Militar, antiga fortaleza de S. Miguel, em Luanda, inaugurada hoje, quinta-feira, pelo Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, será hasteada 12 vezes por ano.

Inaugurada no quadro das comemorações do 11º aniversário do 4 de Abril, dia consagrado a Paz e a Reconciliação Nacional, a Bandeira-Monumento é uma homenagem aos heróis da Pátria e todos quantos se empenharam para o alcance da independência nacional, da paz, do progresso e do desenvolvimento de Angola.

A referida bandeira será hasteada a 4 de Janeiro (Dia dos Mártires da Repressão Colonial Baixa de Kassanje), 4 de Fevereiro (Inicio da Luta Armada de Libertação Nacional), 8 de Março (Dia Internacional da Mulher), 4 de Abril (Dia da Paz e da Reconciliação Nacional), 1 de Maio (Dia Internacional dos Trabalhadores) e a 25 de Maio (Dia de Africa).

A mesma será também hasteada no primeiro domingo do mês de Julho, no primeiro domingo do mês de Agosto, a 17 de Setembro (Dia do Fundador da Nação e do Herói Nacional), no primeiro domingo do mês de Outubro, a 11 de Novembro (Dia da Independência Nacional) e a 25 de Dezembro (Dia de Natal e da Família).

A obra é constituída por um mastro de 75 metros de altura e 25 toneladas de peso, sob uma base de 1,5 metros de diâmetro, constituída por cerca de 200 metros cúbicos de betão armado, enquanto no topo, de 30 centímetros, está incrustada uma luz de sinalização aeronáutica.

O mastro, que pode oscilar até um metro para os lados, suporta uma Bandeira Nacional, com 18 metros de comprimento e 12 de largura, pesando cerca de 40 quilos, cujo material de confecção (pano) está preparado para suportar adversidades do tempo, mormente ventos de até 200 quilómetros por hora.

A Bandeira Nacional, saliente-se, tem duas cores dispostas em igual número de faixas horizontais, sendo a superior e de côr vermelha-rubra e a inferior preta, representando:

A vermelha-rubra, o sangue derramado pelos angolanos durante a opressão colonial, a luta de libertação nacional e a defesa da pátria, enquanto a preta o Continente africano.

Ao centro, figura uma secção constituída por uma semi-Roda Dentada, símbolo dos trabalhadores e da produção industrial, uma Catana, em homenagem aos camponeses, a produção agrícola e a luta armada, por fim uma Estrela, que representa a solidariedade internacional e o progresso.

Assuntos Província » Luanda  

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