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21 Abril de 2015 | 17h12 - Actualizado em 21 Abril de 2015 | 17h24

Huambo: Polícia nega morte de civis inocentes na captura de Kalupeteka

Huambo - O segundo comandante-geral da Polícia Nacional, comissário-chefe Paulo Gaspar de Almeida, negou hoje, no Huambo, informações segundo as quais a corporação matou cidadãos civis na operação de captura do líder da seita religiosa A Luz do Mundo, José Julino Kalupeteka.

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Insignia da Polícia Nacional

Foto: angop

De acordo com a autoridade policial, muitos jornais, rádios e sites estão a especular o número de fiéis mortos, e aclarou que morreram 13 pessoas não inocentes, que estiveram a confrontar-se com os agentes da ordem, "os ditos seguranças do líder da seita e autores dos assassinatos”.

"Os 13 mortos são franco atiradores, pertencentes à guarda do Kalupeteka, que tinham por objectivo neutralizar e desestabilizar a operação", afirmou.

Falando numa formatura geral, o responsável reconheceu o brio e profissionalismo demonstrado pelos nove polícias assassinados por seguidores desta seita, pois, de acordo com o comissário-chefe Paulo Gaspar de Almeida, se assim não fosse muitos cidadãos encontrados no acampamento poderiam ser mortos.

“Temos que destacar estes grandes camaradas, que, durante os confrontos de três horas com os fiéis seguidores do tal Kalupeteka, souberam poupar vidas humanas de crianças, mulheres e velhos.

Paulo de Almeida também esclareceu não ter havido negligência alguma da parte da corporação, explicando que os membros envolvidos na operação não podiam reagir, pois sabiam da presença de crianças, mulheres e velhos dentro do acampamento e que podiam ser mortos inocentemente.

"Muitos não sabem o que se passou na localidade de São Pedro Sumé e dizem que fomos negligentes. Repito, foram três horas de confronto e a Polícia não podia reagir para não matar civis enganados pelo Kalupeteka.

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