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23 Maio de 2015 | 11h23 - Actualizado em 23 Maio de 2015 | 11h23

Moxico: Sete mil angolanos na Zâmbia querem regressar ao país

Luena - Sete mil angolanos estão controlados no campo de Maheba, localizado na província zambiana de Solwezi, dos quais 4.500 manifestaram interesse de regressar ao país (Angola), informou nesta sexta-feira o cônsul de Angola na província de Solwezi, António Alberto Sawimbo.

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Falando à Angop, o diplomata angolano fez saber que os compatriotas estão atravessar várias dificuldades de integração social, sobretudo, na assistência médica e medicamentosa e formação académica.

Explicou que o consulado angolano em colaboração com o Governo Zambiano, o Programa das Nações Unidas para os Refugiados (HCR) e a Organização de Migração (OM) estão empenhados na criação de condições para sua transportação ao país de origem (Angola), até Dezembro do corrente ano.

“Devo informar que até Dezembro deste ano os cidadãos angolanos que perderam estatuto de refugiados e que ficaram na Zâmbia na condição de residentes ilegais, não terão outra solução, senão serem expulsos deste país” advertiu António Sawimbo, referindo que o consulado está a sensibilizar-los no sentido de regressarem ao país de origem.

Questionado sobre os cidadãos angolanos presos e condenados na República da Zâmbia, o cônsul fez saber que o processo corre os trâmites legais, para posterior evacuação destes em Angola, onde deverão cumprir a pena imposta.

Enalteceu por outro lado, a deslocação dos governadores das províncias do Moxico (Angola), João Ernesto dos Santos “Liberdade” e de Solwezi (Zambia), Dan Kafwaya na fronteira comum (Jimbi), por constituir uma ocasião ímpar e oportuna para o relançamento das relações bilaterais.

Mostrou-se esperançoso que a anunciada para breve assinatura do memorando de entendimento entre os dois países (Angola - Zâmbia) venha a contribuir na solução dos vários problemas existentes no domínio da circulação rodoviária, fronteiriça, assistência médica e medicamentosa dos angolanos residentes em Solwezi.

Para o diplomata angolano, uma das soluções consiste na reabilitação do troço rodoviário que liga Cavungo (Alto-Zambeze) ao Solwezi, para permitir a livre circulação das populações dos dois países irmãos.

O responsável que considerou de ilegal o movimento migratório que se realiza neste momento na fronteira entre as duas províncias (Moxico e Solwezi), admitiu que agora com a instalação dos postos fronteiriços de migração e outras unidades que concorrem para protecção da fronteira irão regular e controlar o movimento de uma forma mais organizada

Assuntos Província » Moxico  

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