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22 Julho de 2016 | 12h12 - Actualizado em 23 Julho de 2016 | 13h51

Chefe de Estado-Maior General enaltece prontidão das FAA

Luanda - O Chefe de Estado-Maior General das FAA, General de Exército Geraldo Sachipengo Nunda, disse que a prontidão operacional das FAA é um importante factor de estabilidade não apenas interna, mas também ao nível da sub-região e do continente como um todo.

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Geraldo Sachipengo Nunda, chefe de Estado-Maior do Exército

Foto: Clemente Santos

Sachipengo Nunda falava durante o discurso de encerramento do treino Ozono do Comando do Estado-Maior da Região Militar realizado quinta-feira, na cidade do Sequele, cerca de 54 quilómetros ao nordeste da cidade de Luanda.

Segundo o Chefe de Estado-Maior do Exército, um exército pode passar 100 anos sem ser usado, mas não pode passar um minuto sem ser preparado.

De acordo com o oficial, a dignificação das Forças Armadas Angolanas constitui um processo dinâmico que impera a um conjunto de procedimentos escalonados no espaço e tempo e tem por objectivo a permanente profissionalização dos seus quadros.

Sachipengo Nunda disse que outro objectivo é tornar as tropas suficientemente preparadas e capazes de garantir a defesa da Pátria e os superiores interesses da Nação Angolana.

Acrescentou que essa necessidade resulta do facto de que nos dias de hoje o mundo se tornou num espaço cada vez mais volátil, imprevisível e incerto no capítulo da segurança devido aos vários fenómenos dos quais se ressaltam as correntes fundamentalistas e o terrorismo internacional que representam uma séria ameaça para todos os estados e nações.

A República de Angola, pela sua posição geográfica, estratégica nesta parte austral do continente africano, e as suas potencialidades e recursos naturais, não pode ficar indiferente a necessidade de manter em prontidão combativa permanente as suas forças armadas como factor de dissuasão como factor de estabilidade necessária ao normal desenvolvimento dos planos e programas de reconstrução nacional e de melhoramento das condições de vida das populações.

Participaram na acção formativa órgãos do Estado Maior Geral, Unidades de Subordinação Central, membros do Comando Geral da Polícia Nacional, órgãos de segurança, com vista a exercitá-los e aperfeiçoar as habilidades no cumprimento das suas obrigações funcionais em quaisquer condições.

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