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31 Agosto de 2016 | 21h00 - Actualizado em 31 Agosto de 2016 | 20h59

Angola: MPLA exalta António Didalelwa

Luanda - O Bureau Político do Comité Central do MPLA ressaltou nesta quarta-feira os feitos do governador da província do Cunene, António Didalelwa, falecido em Luanda, vítima de doença.

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António Didalewa - Governador do Cunene

Foto: Foto de Francisco Miudo

Em nota endereçada à Angop, esse órgão refere que o dirigente foi membro do Comité Central, primeiro-secretário do Comité Provincial do MPLA e governador da província.

O governador, sublinha, contava com 61 anos de idade, integrou as fileiras do MPLA desde 1974 e participou na Guerra de Libertação Nacional, tendo cumprido com zelo, disciplina e espírito militante e patriótico todas as missões.

O Bureau Político do Comité Central do MPLA acrescenta que em 2003 António Didalelwa foi eleito membro do Comité Central do MPLA, no V Congresso Ordinário do Partido.

Nascido no município do Cuanhama (Cunene), era doutorado em economia e docente universitário.

Durante muitos anos, desempenhou as funções de vice-reitor da Universidade Agostinho Neto, para o Centro Universitário da Huíla.

Foi nomeado governador da província que o viu nascer em Outubro de 2008.

"Neste momento de dor e luto, o Bureau Político do Comité Central do MPLA curva-se perante a memória do malogrado e, em nome dos militantes, simpatizantes e amigos do partido, endereça à família enlutada as suas mais sentidas condolências", lê-se na nota.

Na mesma senda, o vice-presidente do MPLA, João Lourenço, expressou em nota que António Didalelwa "foi um exemplar e destacado militante do MPLA que, com brio, exerceu as funções que lhe foram acometidas, nas várias etapas da sua vida".

Por sua vez, o Ministério do Comércio refere que se tratou de um "cidadão de influência na política e na área académica nacional, assim como nos foros em que, com grande notabilidade, militou com destaque".

"Temos noção da irreparável perda para a nação e para a sua família e certamente o seu nome ficará vivamente mercado na história da Nação Angolana e dos seus ente queridos", expressa uma nota da instituição, endereçada à Angop.

Já o Ministério do Interior refere, em nota, que o desaparecimento físico do governador constitui perda irreparável para o país, para a província do Cunene e para a sua família.

"A perda de um ente querido é a prova mais dolorosa que um ser humano pode enfrentar na breve passagem nesta terra", expressa-se no documento.
 
Apresenta condolências em nome da direcção do Ministério do Interior e todo o colectivo de trabalhadores.
 
"Neste momento de dor e luto, em meu nome pessoal e de todos oficiais comissários, superiores, subalternos, subchefes, agentes e trabalhadores civis do Ministério do Interior, por este infausto acontecimento, partilho a tristeza com a família enlutada, à qual endereço os mais sentidos e profundos sentimentos de pesar", lê-se na mensagem.

Ainda a esse respeito, a Universidade Agostinho Neto referiu, em nota, que o governador "era um quadro dedicado e responsável, que cumpriu com zelo a missão que lhe estava incumbida até ser nomeado, merecidamente, para o cargo de governador da província do Cunene".

"Perante tão grande perda para a academia angolana e para a província do Cunene e para a sua família, o Colégio Reitoral da Universidade Agostinho Neto, em nome dos quadros docentes e não docentes e dos estudantes, curva-se perante a memória do professor doutor António Didalelwa e apresenta aos seus entes queridos os seus mais sentidos pêsames".

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