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14 Novembro de 2017 | 20h34 - Actualizado em 14 Novembro de 2017 | 20h34

Parlamento quer políticas para estabilidade de Angola

Luanda - O Parlamento vai trabalhar para influenciar o Governo a adoptar políticas que se reflictam, no médio prazo, em mais emprego e melhor qualidade de vida dos cidadãos, com ganhos na prosperidade e estabilidade de Angola, no contexto da SADC.

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Delegação da 5ª Comissão da Assembleia Nacional

Foto: Lucas Neto

Diógenes de Oliveira - Presidente da 5ª Comissão da Assembleia Nacional

Foto: Lucas Neto

Esta afirmação é do presidente da 5ª comissão de Economia e Finanças da Assembleia Nacional, Diógenes de Oliveira, no final de um encontro de trabalho com uma delegação do Fundo Monetário Internacional (FMI).

“O nosso país acaba de sair de eleições, há um novo ciclo político, o Executivo está a trabalhar na apresentação, para breve, da proposta do Orçamento Geral do Estado para 2018”, disse o deputado.

O parlamentar explicou que no encontro,  o FMI predispõe-se em manter a ajuda e manifestou preocupação com a estabilidade macroeconómica, nível de inflação e das taxas de juro do mercado angolano.

Por outro lado, o presidente da comissão defendeu a necessidade de se cuidar das questões ligadas à diversificação da economia no país.

Espera que o Executivo trabalhe na materialização do plano nacional de desenvolvimento para 2018 a 2022 e adopte medidas que conduzam a diversificação e o apoio à iniciativa privada para, por esta via, gerar progressivamente mais emprego.

 “Não devemos passar a mensagem de que tudo se resolverá numa semana, temos de olhar para o crescimento da economia na óptica de médio e longo prazo e, neste particular, tem de haver uma disciplina geral da base ao topo para, com afinco e maturidade, nos orgulharmos (…)”, afirmou o deputado.

Na sua óptica, o país vai manter a necessidade de equilíbrio com a gestão das receitas do petróleo, mas olhando para o sector real da economia e, neste particular, Angola tem muitos recursos.

Assuntos Cooperação   Parlamento  

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