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14 Novembro de 2017 | 18h21 - Actualizado em 14 Novembro de 2017 | 18h20

Portugal: Política angolana continuará virada à promoção do diálogo entre as nações

Lisboa (Da correspondente) - Angola continuará a dirigir as suas acções com base em políticas conducentes à consolidação da cooperação entre as nações e a preservação da paz, estabilidade e segurança internacionais.

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Embaixador de Angola em Portugal - Marcos Barrica

Foto: Cedida

Esta afirmação é do embaixador de Angola em Portugal, José Marcos Barrica, esta segunda-feira, na capital portuguesa (Lisboa), durante a cerimónia de recepção oficial dos 42 anos da independência nacional de Angola, assinalado a 11 de Novembro do ano em curso.

De acordo com o diplomata, o país defenderá, como sempre, o diálogo e a negociação como princípios para a busca de solução pacífica para as divergências e contradições que possam surgir no plano internacional, opondo-se à tendência de privilegiar a imposição, a ameaça e o uso da força.

Comprometida com as questões da defesa e protecção do ambiente, Angola vai continuar a bater-se, em todos os fóruns, pelo respeito e aplicação das medidas e instrumentos que a comunidade internacional aprovou para garantir a sobrevivência do planeta e a protecção das gerações futuras.

Segundo a fonte, ao comemorar mais um aniversário da independência nacional, o povo angolano lembrou e prestou um justo tributo a todos quantos, ao longo da rica e gloriosa marcha, ofereceram o melhor de suas vidas a uma luta sem tréguas pela conquista da soberania, construção da nação, do Estado Social, Democrático e de direito e pela dignificação do homem angolano.

“Nesta ocasião foi, por elementar justiça, homenageado o antigo Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, que com serenidade e perspicácia invulgares conduziu o país nos momentos mais conturbados da sua história”, referiu José Marcos Barrica.

Acrescentou que as celebrações do 42º aniversário da independência do país associa-se um significativo evento da diplomacia cultural, que marcou o cenário politico e sociocultural, relativo à inscrição, pela Unesco, da cidade de Mbanza Kongo como Património Cultural da Humanidade.

Fez ainda menção à realização das quartas eleições gerais, no dia 23 de Agosto do ano em curso, que elegeram como Presidente da Republica de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço.

José Marcos Barrica aproveitou a oportunidade para renovar e expressar a profunda solidariedade do povo angolano ao português devido os terríveis incêndios que lavraram diversas regiões do território com um saldo horrendo de incalculáveis danos matérias, ambientais e patrimoniais, mas sobretudo de perda irreparáveis de vidas humanas.

No encontro participaram cerca de 120 pessoas entre políticos, diplomatas, membros da sociedade civil portuguesa bem como angolanos residentes na diáspora.

Assuntos Diplomacia  

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