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19 Maio de 2017 | 16h39 - Actualizado em 19 Maio de 2017 | 16h35

Angola quer envolvimento da comunidade internacional na assistência aos refugiados da RDC

Luanda - O Governo angolano reafirmou hoje, sexta-feira, a necessidade de um maior envolvimento da comunidade internacional na assistência aos cerca de 30 mil refugiados fugidos do conflito na região do Cassai, República Democrática do Congo (RDC).

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Ministro das Relações Exteriores, Georges Ribelo Chikoti.

Foto: Lino Guimaraes

O posicionamento foi expresso pelo ministro das Relações Exteriores, Georges Rebelo Chikoti, no final de uma audiência que o vice-presidente da República, Manuel Vicente, concedeu ao vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros da RDC, She Okitundu Leonard.

Segundo o ministro Georges Chikoti, é necessário que haja um maior acompanhamento da comunidade internacional e um forte engajamento das autoridades locais para a reposição da paz e estabilidade naquela região congolesa democrática do Cassai.

À imprensa angolana e da RDC, o ministro declarou que o Estado angolano já disponibilizou cerca de três milhões de dólares em tendas, alimentação e outros bens para garantir uma melhor assistência aos refugiados.

Informou que Angola mobilizou meios de transportes, alimentação, tendas, medicamentos e outros bens.

Disse que se procura dar as melhores condições de assistência alimentar e medicamentosa aos refugiados, sendo necessário também o envolvimento dos parceiros internacionais, principalmente as agências do sistema das Nações Unidas.

Fez saber que, no decurso desta semana, deu-se início a transferência dos refugiados para até 50 quilómetros no interior do território angolano, como recomendam as normas internacionais, uma vez que não devem permanecer na zona fronteiriça.

O vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros da RDC desloca-se hoje à província angolana da Lunda Norte, que acolhe o maior número de refugiados da RDC para se inteirar do impacto da catástrofe humanitária.

Assuntos Refugiados  

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