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13 Agosto de 2017 | 18h27 - Actualizado em 13 Agosto de 2017 | 18h27

Bengo: Destruídos engenhos explosivos

Caxito - Minas e engenhos explosivos não detonados recolhidos nas provincias do Bengo e de Luanda foram destruídos neste sábado, na localidade dos Libongos, município do Ambriz, numa cerimonia testemunhada pelo secretário de Estado para a Reinserção Social, Lúcio do Amaral.

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Destruição de engenhos explosivos

Foto: David Dias / arquivo


Na cerimónia, foram destruídos 22.808 metais diversos, 335 engenhos não detonados, 487 munições diversas, 37 minas anti-pessoal e uma mina anti-tanque.

Os engenhos foram recolhidos pela 1ª e a 12ª Brigada de Desminagem da Casa de Segurança do Presidente da República no traçado da antiga linha de transporte de energia eléctrica de alta tensão do Km 32 (novo aeroporto de Luanda), na área de construção de 3.000 fogos habitacionais na centralidade de Sequele e na zona adjacente ao centro de formação profissional do Maptss, no município do Ambriz.

Em declarações à imprensa no final do acto, o secretário de Estado para a Reinserção Social, Lúcio do Amaral, explicou que esta destruição consta de um programa do  Executivo angolano que visa ter o país livre de minas e desenvolvê-lo economicamente.

“O próximo passo são vários, pois as acções de desminagem decorrem em todo o país”, esclareceu o responsável.

Por sua vez, o vice-governador do Bengo para os serviços técnicos e infra-estruturas, José Armando Campos Major, disse que o objectivo deste trabalho é ver as áreas livre de minas.

Frisou que a desminagem das áreas, onde sairam estes engenhos, permitiram a construção de uma centralidade com três mil fogos habitacionais e um centro de formação.

“São esforços do Governo para que possa dar reaproveitamento destas áreas a nível agrícola e socio-profissional”, esclareceu.

Frisou ainda que as acções de remoção dos engenhos explosivos não detonados vão continuar na província do Bengo, sobretudo, nas áreas, onde o governo pretende implementar projectos socio-económicos em todos municípios.

Apelou à população a informar as autoridades sempre que se depararem com estes meios letais para evitar vítimas humanas, como tem acontecido nas diversas localidades.

 Realçou que as acções de remoção e destruição das minas estão a permitir que a comunidade local possa estar livre das minas e facilita a implementação dos projectos do governo local, para o bem-estar da população.

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