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11 Outubro de 2017 | 15h31 - Actualizado em 11 Outubro de 2017 | 16h04

Estado vai retirar terras a proprietários inoperantes

Huambo - O Estado angolano poderá, a curto prazo, retirar a concessão de terras aos proprietários agrícolas que não as exploram, informou hoje (quarta-feira), na província do Huambo, o Presidente da República, João Lourenço.

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Presidente da República, João Lourenço

Foto: Pedro Parente

O Presidente angolano orientou a cerimónia de abertura da campanha agrícola 2017/18, realizada no município do Cachiungo, tendo referido que, com esse processo, o Estado pretende dar início a redistribuição de terras e permitir que esse activo seja um factor impulsionador da diversificação da economia nacional.

Na sua alocução, o Chefe de Estado considerou fundamental que se trabalhe a terra e dela se retire o máximo rendimento.

Reprovou a atitude dos produtores que têm concessão de terras e que as deixam inexploradas.

Afirmou que o Executivo vai continuar a criar condições para que os agricultores realizem o seu trabalho sem sobressaltos.

Sobre a organização do comércio rural, o Estadista defendeu uma combinação dos programas do sector.

Entre os referidos programas, destacou o que tem a ver com a reactivação do comerciante da aldeia.

Esse agente (comerciante de aldeia) terá dentro dessa estratégia a responsabilidade de comprar a produção local e as comercializar nos centros de consumo.

Com essa aposta, disse, o país pretende igualmente reduzir o índice de desemprego, fundamentalmente, para os ex-militares e desmobilizados.

Considerou que a banca comercial está, de certa forma, acomodada nos negócios com o Estado, quando devia direccionar-se ao empresariado privado.

Propôs uma aliança tripartida entre a agricultura, indústria e a banca.

Em Angola, a terra é propriedade originária do Estado, que a concede aos proprietários por via de um título de concessão.

Com esse título, frisou que o proprietário tem autorização para explorar a terra durante o tempo estabelecido no contrato.

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