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11 Janeiro de 2018 | 18h45 - Actualizado em 12 Janeiro de 2018 | 10h06

UNITA augura autarquias a partir de 2020

Luanda - A UNITA, maior partido na oposição em Angola, antevê que as autarquias sejam implementadas no país a partir do ano de 2020, o que vai permitir dar corpo a um imperativo constitucional.

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Presidente da UNITA, Isaías Samakuva (arquivo)

Foto: Pedro Parente

“Pensamos que em 2018 pode-se completar o pacote legislativo. Em 2019 entra-se para as questões práticas. E em 2020 as autárquicas podem ser efectivadas”, declarou o presidente da UNITA, Isaías Samakuva, nesta quinta-feira.

O líder da UNITA prestou essas declarações à imprensa no final de um encontro de cortesia com o governador provincial de Luanda, Adriano Mendes de Carvalho.

Isaías Samakuva entende que as eleições autárquicas podem ajudar a solucionar muitos problemas sociais locais, incluindo a falta de empregos.

O Governo angolano defende a institucionalização das autarquias locais até 2021, de acordo com as conclusões do IV fórum dos municípios e cidades de Angola realizado em Novembro de 2016, em Luanda.
 

A posição do Governo assenta na necessidade da criação de instrumentos técnicos de apoio, incluindo meios técnicos, humanos e financeiros e o enquadramento das autoridades tradicionais na governação local.
 

Durante o encontro com Adriano Mendes de Carvalho, o líder da UNITA diz ter sido aflorada, também, a crescente deslocação de jovens das diferentes províncias do país a Luanda em busca de melhores condições de vida.

Entre as referidas províncias destacou Benguela, Huíla e Huambo.

Para travar essa elevada afluência à capital do país, Isaías Samakuva propõe que sejam criadas iguais condições de vida nas áreas de origem dos jovens.

Por sua vez, Adriano Mendes de Carvalho referiu que o Executivo angolano já trabalha na desconcentração e acredita que não há constrangimentos nesse processo.

A deslocação de Isaías Samakuva ao Governo Provincial de Luanda (GPL) visou, entre outros aspectos, pedir a intervenção institucional do GPL para reaver e legalizar o património da UNITA na capital do país.

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