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02 Fevereiro de 2018 | 16h56 - Actualizado em 02 Fevereiro de 2018 | 16h42

Cuando Cubango: Angolanos devem honrar heróis do 4 de Fevereiro

Menongue - A vice-governador do Cuando Cubango para os sectores político, social e económico, Sara Luísa Mateus, considerou na quinta-feira necessário que os angolanos cumpram com zelo e dedicação as suas incumbência para honrar os heróis do 4 de Fevereiro de 1961.

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Cuando Cubango: Sara Luísa Mateus vice-governadora

Foto: Armando Morais

A responsável falava na abertura das actividades comemorativas do 57º aniversário do Início da Luta Armada de Libertação Nacional - 4 de Fevereiro de 1961.

Para a vice-governadora, “De formas a honrar os heróis do 4 de Fevereiro é necessário que cada jovem, adulto, político, autoridade tradicional, eclesiástica e todas as forças vivas da sociedade, cumpram com zelo e dedicação a missão que lhe for incumbida.

Sara Luísa Mateus sublinha que as novas gerações devem ser motivadas a participar, de forma activa, no processo de criação de condições para a melhoria da vida da população, no desenvolvimento do país e na consolidação do Estado Democrático e de Direito.

“Em obediência ao lema - Gloria Eterna aos Heróis da Pátria - os valorosos combatentes que deram o melhor de si, para o alcance da liberdade do povo angolano, representam o orgulho de todos, por isso, devem ser eternamente lembrados e os seus actos de coragem devem continuar a nortear todas as acções das gerações presentes e futuras”, ressaltou.

De acordo Sara Luísa Mateus, o 4 de Fevereiro de 1961 constitui num marco importante da luta dos africanos contra o jugo colonial, dando continuidade da tradicional resistência à ocupação que vinha desde os seculos XVI e XVII, conduzidos por Ngola Kiluanje, Njinga Mbandi, Mandume-Ya-Ndumefayo e outros.

Disse igualmente que data constitui um marco indelével na história da resistência ao regime colonial-fascista português, para o alcance da independência nacional, a 11 de Novembro de 1975.

Recordou que as prisões e outros maus tratos a vários angolanos levaram alguns nacionalistas a organizarem-se para a luta de libertação, como Paiva Domingos da Silva, Imperial Santana, Virgilho Sotto Maior, Neves Bendinha (já falecidos e outros).

Para saudar a efeméride, ao nível da província foram agendadas várias actividades culturais, recreativas e desportivas, destacando-se palestras, conferências, debates, entre outras que visam realçar a importância do 4 de Fevereiro, no paradigma político e social de Angola.

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