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04 Novembro de 2018 | 15h11 - Actualizado em 05 Novembro de 2018 | 09h17

Movimento migratório em Cabinda oscila em função da crise financeira

Cabinda - O movimento migratório de cidadãos nacionais e de estrangeiros nas fronteiras da província de Cabinda com os Congos Democrático e Brazzavile tem vindo a oscilar desde 2015, devido a crise económica que se regista no país, já que o mesmo é alimentado pelo comércio.

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Fronteira do Massabi, entre Angola e Congo Brazzaville

Foto: Rosario Santos

O facto foi confirmado hoje pelo director provincial do Serviços de Migração e Estrangeiro em Cabinda, comissário de migração, Aristides Luís Teixeira da Costa, em declarações à Angop, tendo referido que, em comparação com os últimos quatros anos, 2015 teve o maior registo com 107 mil 698 entradas e saídas, sendo 80 mil e 938 de nacionais e 26 mil e 760 de estrangeiros.

Em 2016, o número reduziu drasticamente para 13 mil movimentos, sendo sete mil e quatro de nacionais e seis e 799 de estrangeiros, ao passo que os sinais de retoma da economia fizeram com que às entradas e saídas através das fonteiras mais ao norte do país aumentassem para 51 mil 264, sendo 30 mil 549 de cidadãos nacionais e 20 mil 715 de estrangeiros.

De acordo com o Aristides da Costa, de Janeiro a Setembro deste ano entraram e saíram do país 20 mil 752 cidadãos nacionais e 13 mil 284 estrangeiros, num total de 34 mil movimentos migratórios.

  

Disse que o movimento migratório legal tem sido controlado através de passaportes e passes de travessia.

Angola, pela região de Cabinda, partilha 524 quilómetros de fronteira com às Repúblicas do Congo Brazaville e Democrática do Congo, 304 com o primeiro e 220 com o segundo. O SME controla 16 postos de fronteira, terrestre, fluvial, marítimo e aéreo.

O maior movimento é registado nos postos fronteiriços do Massabi, com o Congo Brazzavile, e do Yema com a República Democrática do Congo.

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