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11 Novembro de 2018 | 17h01 - Actualizado em 12 Novembro de 2018 | 13h13

Ministro de Estado destaca reformas em Angola

Ondjiva - O Ministro de Estado para o Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior, destacou, este domingo, na província do Cunene, que as reformas públicas em curso estão a dar maior credibilidade ao país, facilitando o fomento e atracção do investimento estrangeiro.

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Manuel José Nunes Júnior, Ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social

Foto: Alberto Julião/ARQUIVO

Manuel Nunes Júnior discursava no acto central que, este ano, marcou o 43º aniversário da independência nacional angolana, proclamada a 11 de Novembro de 1975.

A este propósito, o ministro disse que a escolha do lema da efeméride “Unidos na construção de uma Angola melhor” realça o espírito de reforma em curso no país desde as eleições de Agosto de 2017, com a escolha de João Loureço para liderar o destino do país.

O governante disse que, com o lema do programa de governação de João Lourenço “Melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”, foram tomadas medidas no sentido de se combaterem práticas não saudáveis, como os reiterados actos de impunidade.

“Hoje, vive-se um outro paradigma para os angolanos e estrangeiros que queiram investir no país, uma vez que é difícil empregar recursos numa nação em que não se tem a certeza que a lei é aplicada de maneira igual para todos”, salientou.

O ministro fez uma panorâmica sobre o processo histórico que conduziu à independência nacional, que teve o seu ponto alto a 4 de Fevereiro de 1961, com início da luta de libertação nacional, culminado com o alcance da paz, em 2002.

Em todas estas fases, sustentou, muitos filhos de Angola se notabilizaram com sua missão estratégica, inteligência e bravura que mereceram a justa homenagem, com o processo de condecoração, pelo Presidente da República, João Lourenço, de vários angolanos, independentemente da sua cor política e ideológica.

Manuel Nunes Júnior considerou o povo do Cunene heróico e de fonte de inspiração para os angolanos, devido à sua forte história de resistência ao processo de ocupação colonial e contra a invasão sul-africana, através da grande batalha de Cahama.

O acto foi testemunhado pelos ministros da Administração do Território e Reforma do Estado, Adão de Almeida, da Defesa, Salviano de Jesus Sequeira, dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos, da Energia e Água, João Baptista Borges, e representantes dos partidos políticos, membros da defesa e segurança e sociedade civil.

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