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07 Dezembro de 2018 | 18h46 - Actualizado em 07 Dezembro de 2018 | 18h46

Angola aposta na convenção contra armas biológicas

Luanda - Angola pretende incrementar a sua participação nas actividades organizadas pela Unidade de Implementação e Suporte dos Estados Parte da Convenção para a Proibição das Armas Biológicas.

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Margarida Izata (à esq.), Representante Permanente de Angola junto dos Escritórios das Nações Unidas e outros Organismos Internacionais na Confederação Suíça

Foto: Foto Cedida

A intenção foi manifestada nesta sexta-feira em Genebra (Suiça) pela representante permanente de Angola junto dos Escritórios das Nações Unidas e outros Organismos Internacionais naquela confederação europeia, Margarida Izata.

Citada por uma nota de imprensa da Missão Permanente de Angola na Confederação Suíça, a embaixadora refere que o propósito é de continuar a trabalhar em prol da paz e segurança internacional.

De acordo com Margarida Izata, que falava durante a Reunião dos Estados parte da Convenção para a Proibição das Armas Biológicas (BWC), disse que os países parte da Convenção para a Proibição das Armas Biológicas devem definir uma base consensual.

No foco dessa base está a criação de um ambiente internacional que permita um maior acesso dos países em vias de desenvolvimento à tecnologia, na sua maioria não detentores de armas biológicas.

Angola ratificou a Convenção para a Proibição das Armas Biológicas há três de anos e no decorrer deste período focalizou a sua atenção na criação da Autoridade Nacional.

A Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas é um acordo sobre o controlo de armas, que proíbe a produção, desenvolvimento, armazenamento e utilização de armas químicas.

Actualmente 189 estados membros, incluindo Angola, fazem parte do acordo que tem disposições para a avaliação sistemática das plantas químicas e militares, bem como para investigações de alegações de uso e produção de armas biológicas.

Assuntos Cooperação  

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