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05 Dezembro de 2018 | 02h35 - Actualizado em 05 Dezembro de 2018 | 06h56

Fraco apoio logístico faz abrandar acções de desminagem

Ndalatando - O fraco apoio logístico está a contribuir para o abrandamento das acções de desminagem na província do Cuanza Norte, fez saber terça-feira, na localidade de Lucala II, o responsável do departamento provincial do Instituto Nacional de Desminagem (INAD), Adriano de Almeida.

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Cuanza Norte: Destruição de engenhos explosivos não detonados

Foto: Estevão Manuel

O responsável revelou o facto quando falava à imprensa após o acto de destruição de 384 engenhos explosivos diversos não detonados, entre os quais 17 minas anti-pessoais, uma bomba anti-tanque de cerca de 500 quilogramas e 224 armas de caça de vários tipos.

Disse que o INAD no Cuanza Norte debate-se, desde o princípio deste ano, com a falta de abastecimento de alimentação, medicamentos e combustíveis para as brigadas de desminagem.

Acrescentou que esta situação levou a redução das acções de desminagem e das áreas de cobertura na região.

Disse que a actividade de desminagem é bastante sacrificante, onerosa e desgastante, o que contribui para o desgaste físico dos especialistas e o surgimento de determinadas doenças que não são combatidas atempadamente por falta de medicamentos.

“Do ponto de vista institucional temos tido algum apoio, mas aquilo que é o essencial que gostaríamos de ter não o temos. Estamos sem logística e isto nos obriga a fazer muitos sacrifícios”, frisou.

Esclareceu que ao longo deste ano, foram removidos mil e 384 engenhos explosivos não detonados e quantidades indeterminadas de munições de vários calibres em sete dos 10 municípios da província,.

Segundo Adriano de Almeida, desde 2013, o INAD desminou no Cuanza Norte dois milhões 92 mil e 933 metros quadrados de áreas em várias localidades da província e destruiu 21 mil 256 munições diversas.

No mesmo período foram também removidas e destruídas mais de 100 minas anti-pessoais, cerca de 10 mil engenhos explosivos diversos e oito minas anti-tanques.

Quatro brigadas de desminagem operam actualmente na província do Cuanza Norte.

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