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09 Dezembro de 2018 | 15h09 - Actualizado em 10 Dezembro de 2018 | 07h52

MPLA reafirma combate à corrupção

Benguela - O MPLA e o seu presidente, João Lourenço, elegeram a luta contra a corrupção com vista a pôr todos os recursos ao serviço do povo, afirmou neste sábado o primeiro secretário do MPLA em Benguela, Rui Falcão.

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Militantes do MPLA no acto de massas ( arq.)

Foto: Angop

O responsável que falava no acto político antecipado provincial das comemorações dos 62 anos da fundação do MPLA, decorrido no município da Catumbela, disse que não se pode ter uma Angola melhor com desequilíbrios.

Sublinhou a necessidade de se colocar todo recurso ao serviço do povo, melhorando as escolas, hospitais e a qualidade de vida das famílias em detrimento de alguns que “encherem o bolso perante o sacrifício de outros”.

Para o político, não se pode trair a memória daqueles que deram a sua vida pela independência, na convicção que os angolanos seriam um povo feliz, livre e digno da pátria que têm e por isso não se deve recuar neste desafio.

Advogou na ocasião o combate ao nepotismo e a  bajulação valorizando o mérito daqueles que merecem e que na realidade trabalham para o bem estar dos cidadãos.  

Rui Falcão é de opinião que, o país vai realizar as eleições  autárquicas de espírito aberto na convicção de que tem de haver honestidade.

Neste contexto, defendeu que os candidatos devem ser aqueles que trabalham para o partido e dignificam o MPLA e não aqueles que só se aproveitam dos bons momentos.

Para si, os militantes devem escolher os melhores candidatos em que o povo se revê e acredita, pela sua honestidade, humildade, ser e de estar na vida e na dedicação que tem ao partido e não os oportunistas que surgem.

Referiu que, o MPLA sempre foi capaz de resolver os problemas, ultrapassar as diferenças, manter a unidade para vencer.

Reconheceu que, um dos principais erros que o MPLA cometeu foi na distribuição da riqueza do país, mantendo a riqueza em meia dúzia de pessoas.

“Todos conheciam o programa mínimo do MPLA que visava atingir a independência, mas é preciso não esquecer que o programa maior era conquistar a independência económica”, frisou.

Para Rui Falcão, se o MPLA tivesse cumprido aquilo que tinha decidido, hoje teria muito mais empresários ricos, empregos e estaria muito melhor.

Explicou que, o MPLA decidiu que tinha que ter empresários nacionais ricos, cidadãos que pudessem guiar a economia do país, como cidadãos nacionais e não estar sempre dependentes de terceiros e particularmente de estrangeiros.

Assistiram ao acto que contou com momentos culturais, ingresso de novos militantes as fileiras do MPLA,  membros do partido MPLA, OMA, JMPLA, entidades tradicionais e religiosas e convidados.

O  MPLA comemora a 10 de Dezembro o 62º aniversário da sua fundação.

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