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29 Dezembro de 2018 | 21h26 - Actualizado em 30 Dezembro de 2018 | 11h14

País deve aumentar intervenção em África

Caxito - O ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião, defendeu este sábado, em Caxito (Bengo), a necessidade de o país aumentar a capacidade de intervenção nos assuntos que dizem respeito a prevenção de conflitos em África.

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Bengo: Ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião

Foto: Foto cedida

Referindo-se às Forças Armadas Angolanas (FAA), o governante afirmou que a sua operacionalidade pode contribuir para o incremento do índice de segurança regional, um mecanismo gerador de paz para o desenvolvimento dos Estados-membros.

Pedro Sebastião teceu estas considerações no acto formal que marcou a recepção do contingente militar angolano que cumpriu a missão preventiva e de manutenção da paz no Reino do Lesoto, na 70ª brigada no Vale de Paraíso, na província do Bengo.

Sublinhou que a paz é um mecanismo em que os Estados e as organizações regionais africanas assumiram como papel estratégico na sua dinamização e operacionalização.

O ministro que manifestou-se satisfeito com o contigente de 172 efectivos que integrou a missão de 269 efectivos para prevenção no Reino do Lesoto, assinalou que participando nas missões externas, será uma mais-valia para as FAA, desde que aprimore conhecimentos em matéria de direitos humanos.

Para Pedro Sebastião, o ambiente mundial que se vive requer de Angola meios autónomos de resposta diversificadas, mantendo, ao mesmo tempo, a solidariedade do sistema de alianças de que o país faz parte numa óptica de segurança colectiva e cooperativa.

Por seu turno, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas, Egídio de Sousa Santos, considerou o acto como homenagem e reconhecimento aos efectivos que terminaram com êxito uma missão de paz no Reino de Lesoto, país membro da SADC.

A missão preventiva e de manutenção da paz no Reino do Lesoto, teve a duração de um ano e Angola contou com um contingente de 172 efectivos no universo de 269 efectivos da força de SAPMIL, integrada por componentes militar, policial, inteligência e civil, que teve como chefe da missão, Matias Matondo, coodjuvado por comandante das forças, Sabino Saara, visando ajudar o Lesoto a manter estabilidade politica e militar.

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