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18 Abril de 2018 | 13h48 - Actualizado em 18 Abril de 2018 | 14h04

Angola pronta para cumprir com sua parte no Lesotho

Maseru - Angola está pronta para cumprir com a sua parte relativamente a possível extensão da Missão da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para o Reino do Lesotho (SAPMIL), caso tal determinação seja aprovada superiormente.

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Chefe da Direcção Principal de Preparação de Tropas e Ensino do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas, Adriano Makevela Mackenzie

Foto: Angop/Arquivo

Esta afirmação foi feita na terça-feira, em Maseru, capital do Reino do Lesotho, pelo chefe da Direcção Principal de Preparação de Tropas e Ensino do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Adriano Makevela Mackenzie.

O general Adriano Mackenzie falava em nome do chefe do Estado-Maior General das FAA, Geraldo Sachipengo Nunda, que chefiou uma delegação das Forças Armadas Angolanas em visita ao Reino do Lesotho.

De acordo com o general Mackenzie, a possibilidade da extensão da permanência das tropas no Reino do Lesotho, no quadro da SAPMIL, depende de um pedido das autoridades do próprio país e da aprovação por parte dos órgãos da SADC, responsáveis pela entrega do mandato da missão.

Disse que o estado de prontidão das tropas angolanas que cumprem a missão, no quadro da SAPMIL, é bastante positivo, na medida em que estão a contribuir para a estabilização no Reino do Lesotho, para orgulho da SADC, dos angolanos, dos zambianos, dos namibianos, entre outros membros da organização regional envolvidos.

O chefe da Direcção Principal de Preparação de Tropas e Ensino do Estado-Maior General das FAA acrescentou que a delegação que integra recebeu, das autoridades do Lesotho, o reconhecimento pela prestação da Missão e reafirmou o compromisso de Angola em cumprir com as suas obrigações no quadro do mandato da SAPMIL.

Disse também que as autoridades do governo do Lesotho manifestaram o interesse no estreitamento das relações bilaterais no quadro da Defesa, o que será uma boa perspectiva para as duas forças armadas.

Uma delegação das Forças Armadas Angolanas (FAA), chefiada pelo chefe do Estado-Maior General, Geraldo Sachipengo Nunda, esteve em Maseru, desde domingo último, numa missão de constatação do estado das tropas estacionadas no Lesotho, no quadro da Missão de seis meses da SADC para este país, liderada por Angola no âmbito da presidência rotativa do Órgão de Defesa e Segurança da organização regional.

Durante a sua estada em Maseru, a delegação do Estado-Maior General das FAA, integrando oficiais generais das áreas de Educação Patrióticas, Logística, Finanças, Saúde, Preparação e Ensino, Cooperação Internacional e Inteligência, manteve encontros de cortesia com o vice-primeiro ministro local, Monyane Moleliki, com o ministro da Defesa e Segurança Nacional , Sentje Lebona, e com o chefe das Forças de Defesa do Lesotho (LDF), tenente-general Mojalefa Letsoela.  

O Reino do Lesotho é um país membro da SADC que se encontra em crise política, agravada pelo assassinato, por subordinados, de dois chefes das suas forças armadas em 2015 e 2017, o que levou as autoridades a solicitarem uma intervenção da organização regional que desdobrou, em Dezembro último, um contingente de 269 membros, entre militares, polícias e peritos de inteligência e civis, com vista a ajudar a estabilizar o país.

Decorridos quase seis meses para o termo da missão, as autoridades do Lesotho manifestam o interesse de ver o mandato da SAPMIL prorrogado, alegando atrasos na criação de condições para a implementação do pacote de reformas globais recomendadas pela SADC, com vista a restaurar a paz e a estabilidade no país.

Assuntos Defesa  

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