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11 Setembro de 2018 | 06h57 - Actualizado em 11 Setembro de 2018 | 06h57

Continuam homenagens ao Herói Nacional

Luanda - As manifestações em homenagem ao primeiro Presidente de Angola e Herói Nacional, António Agostinho Neto, cuja acto central terá lugar a 17 de Setembro, através de distintas actividades, continuam a decorre por todo o território nacional.

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António Agostinho Neto - Primeiro Presidente de Angola

Foto: Fotos: Quino Viñas Fecha: octub

Na cidade do Sumbe, província do Cuanza Sul, o historiador Manuel Lopes destacou as qualidades do poeta e político, António Agostinho Neto, pela sua contribuição na luta de libertação nacional de Angola, bem como de outros povos do continente africano.

Numa  palestra sob o tema "A vida e obra de Agostinho Neto", que decorreu  na escola Comandante Kassange, enalteceu ainda as qualidades de mobilização e direcção de Agostinho Neto que lhe permitiram, na altura, encontrar na diversidade sociocultural e etnolinguística do país a fonte de inspiração e a força necessária para unir os angolanos.

Já no Luena, cidade capital da província do Moxico, o vice-governador provincial para o Sector Político, Económico e Social, Carlos Alberto Masseca, destacou o seu carácter nacionalista, bem com a sua dedicação à formação do homem angolano para melhor interpretar os problemas do país.

Carlos Alberto Masseca justificou que logo após a proclamação da independência, a educação transformou-se num direito constitucionalmente garantido, registando uma grande explosão escolar, cuja capacidade instalada no país, na altura, não era suficiente para absorver as pessoas interessadas a aprender ler e escrever.

Reconheceu que Agostinho Neto foi o promotor do primeiro grande movimento de voluntariado assumido pelos jovens angolanos assimilados para ajudar aqueles que ainda não sabiam ler e escrever, através de realização das campanhas de alfabetização.

Neste mesmo sentido, na cidade do Lubango (Huíla), os efectivos da Região Militar Sul (RMS) das Forças Armadas Angolana (FAA) foram incentivados a continuar a honrar o legado e a inspiração do primeiro Presidente da República, António Agostinho Neto, para o fortalecimento das tradições, das lutas e defesa dos supremos ideais do povo angolano.

De acordo com o segundo comandante da RMS para a área de Educação Patriótica, Alfredo Pedro Cabral, em vida, Agostinho Neto “sacrificou-se com bravura” para lutar e vencer todas as atrocidades em prol do bem-estar dos angolanos”.

Acrescentou que o caminho trilhado pelo primeiro líder angolano permitiu criar todas as condições para um país livre e independente, por isso a sua morte que ocorreu a 10 de Setembro de 1979, constitui ainda uma perda irreparável.

No Uíge, o secretário-geral do governo local, Leonardo Kiala Bongo, referiu que a sua figura deve manter-se viva na memória colectiva da actual e das futuras gerações para que não caia no desconhecimento.

Ao intervir na palestra subordinada ao tema ”A contribuição do Presidente António Agostinho Neto na libertação de Angola e de África”, defendeu a necessidade de uma contínua divulgação dos seus feitos para que as futuras gerações saibam a sua contribuição na libertação dos povos.

O responsável admitiu não fazer sentido que muitos estudantes universitários não conheçam a dimensão da figura do Presidente António Agostinho Neto, pela sua grandeza política e cultural.

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