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13 Setembro de 2018 | 16h34 - Actualizado em 14 Setembro de 2018 | 11h26

Transladação dos restos mortais de Ben-Ben concorre para unidade e reconciliação

Luanda - A transladação dos restos mortais do general Arlindo Chenda Pena "Ben-Ben", da África do Sul para Angola, corresponde a vontade do Presidente da República, João Lourenço, de reconciliar a grande família angolana e reforçar a unidade nacional.

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Minstro da Justiça

Foto: Lino Guimaraes

A afirmação é do ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz, quando discursava nesta quinta-feira, na cidade de Pretória, África do Sul, na cerimónia de transladação dos restos mortais do general  Ben-Ben, que faleceu naquele país há 20 anos, por doença.

Sublinhou que a transladação é um acto humanitário para com a família do malogrado general Ben-Ben, especialmente a sua mãe, Judith Pena, com idade avançada, que manifestou o desejo de assistir ao funeral do filho na sua terra natal, em companhia dos seus familiares e num ambiente cultural e tradicional adequado.

Para as Forças Armadas Angolanas (FAA), destacou o ministro, o acto reveste-se de um grande significado militar, por se tratar de um camarada de armas que tombou por doença e que não teve as honras militares fúnebres correspondentes.

A quando da sua morte, em 1998, Angola se encontrava num contexto caracterizado por tensões, bloqueios e hostilidades entre filhos da mesma pátria, o que inviabilizou a transladação dos restos mortais do antigo chefe adjunto do Estado Maior das FAA, segundo o governante.

Explicou que o Presidente João Lourenço e a família do malogrado juntaram-se para o devido tributo.

Em nome do governo de Angola e da família do oficial superior, o ministro agradeceu ao governo da África do Sul e ao Presidente Ciryl Ramaphosa, pela pronta resposta a este desejo de humanidade, cujo gesto está em linha com os profundos laços de amizade que unem os dois povos.

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