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20 Outubro de 2018 | 09h31 - Actualizado em 19 Outubro de 2018 | 18h22

Resenha: Discurso do PR sobre o Estado da Nação é destaque da semana

Luanda - O discurso sobre o Estado da Nação proferido pelo Presidente da República, João Lourenço, no quadro da reunião solene de abertura do segundo ano legislativo da IV Legislatura da Assembleia Nacional dominou o noticiário político da semana que hoje, sábado, termina.

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Presidente da República, João Lourenço (arquivo)

Foto: Rosário dos Santos

O titular do Poder Executivo descreveu o desempenho do governo desde que assumiu a chefia do Estado, a 26 de Setembro de 2017, e apontou um conjunto de acções para o desenvolvimento socioeconómico do país e bem-estar dos cidadãos.

Reafirmou, com efeito, o compromisso com a consolidação da democracia e o Estado de direito, que deverá ser alicerçada com a implementação das autarquias a partir de 2020.

A proliferação de igrejas ilegais no país também foi abordada no discurso de João Lourenço que, de forma categórica, relançou as bases para o seu combate.

Em reacção, o líder da Casa-CE, Abel Chivukuvuku, céptico, disse não haver novidade e receia o excessivo endividamento externo do país, mas manifestou-se solidário com o "ano difícil e de afirmação da autoridade" do Chefe de Estado.

Entretanto, o Presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, declarou, na abertura do segundo legislativo, que o Parlamento está pronto a cooperar com o poder Executivo na viabilização dos programas virados para a melhoria das condições sócio-económicas das populações.

Nos últimos sete dias, as autoridades angolanas denunciaram uma alegada "campanha enganosa e de má fé", que tende a minar as boas relações existentes com a República Democrática do Congo (RDC), no quadro da "Operação Transparência".

O Ministério das Relações Exteriores convocou o embaixador da RDC em Angola, Didier Kazadi Nyemba, para aclarar os procedimentos desta operação levada a cabo pelo governo angolano em algumas províncias do país, para combater o garimpo e à imigração ilegal.

No âmbito desta operação, mais de 260 mil imigrantes ilegais, que se dedicavam ao garimpo de diamantes em sete províncias do país deixaram Angola e mais de cem "computarias" ou casas de compra e venda de diamantes explorados ilicitamente e que incentivavam a imigração foram encerradas.  

Constituiu ainda destaque da semana, o esclarecimento da Casa de Segurança do Presidente da República sobre a situação dos salários dos ex-trabalhadores da Brigada Especial de Limpeza, que se manifestaram na baixa de Luanda, notando que o caso está a ser resolvido pela entidade patronal.

Fonte deste organismo adiantou que dos 1.661 ex-trabalhadores foram pagos 649, restando 1012, porque não possuem ainda conta bancária e outros nem documento pessoal têm para a abertura da conta.

A esclareceu que, neste momento, estão todas as condições criadas por parte da antiga entidade patronal para honrar o compromisso, existindo, contudo, este impasse de natureza administrativa.

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