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22 Janeiro de 2019 | 01h06 - Actualizado em 22 Janeiro de 2019 | 08h36

Empresário tailandês volta a interrogatório no TS

Luanda - O Tribunal Supremo (TS) retoma nesta terça-feira (22) a sessão de julgamento do caso "Burla Tailandesa", com o interrogatório do empresário tailandês Raveeroj Ritchoteanan, um dos réus no processo e responsável pela empresa Centennial Energy Company, Limited.

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edifício sede do Palácio da Justiça (arquivo)

Foto: Francisco Miúdo

A sessão segue na 1ª Câmara Criminal do Tribunal Supremo, com interrogatório a Raveeroj Ritchoteanan, que prometeu provar a autenticidade do cheque de USD 50 mil milhões.

Na sessão de sexta-feira, o réu afirmou ter mais de USD 50 mil milhões, quando respondeu a uma questão do colectivo dos juízes, tendo prometido apresentar provas nas sessões que se seguem.

Ainda na sexta-feira, o porta-voz deste processo, o juiz Lourenço José, disse à imprensa que as sessões poderão ir até ao dia 21 de Fevereiro, num processo que envolve dez arguidos acusados de tentar lesar o Estado angolano em 50 mil milhões de dólares.

O processo 001/18 da mega "Burla Tailandesa" decorre na 1ª Câmara Criminal do Tribunal Supremo e está a cargo dos juízes Domingos Mesquita, Daniel Modesto e Aurélio Simba e nele constam ainda 38 declarantes.

Entre os arguidos está o ex-director da extinta Unidade Técnica para Investimento Privado (UTIP), Norberto Garcia, outros três angolanos, quatro tailandeses, um canadiano e um eritreu.

Todos são acusados pelo Ministério Público de terem praticado crimes de falsificação de documentos, burla por defraudação, associação de malfeitores e branqueamento de capitais.

Ficou ilibado do processo, pelo Tribunal Supremo, o ex-chefe do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), Geraldo Sachipengo Nunda, ainda na fase da instrução contraditória (expediente penal utilizado para aferir o grau de culpabilidade dos acusados, antes do julgamento).

O esquema foi revelado em 2017, quando supostos investidores tailandeses, com alegadas cumplicidades de cidadãos nacionais, tentaram "burlar" o Estado angolano.

Assuntos Angola   Justiça  

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