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24 Janeiro de 2019 | 00h17 - Actualizado em 24 Janeiro de 2019 | 00h08

Três réus vão a interrogatório no Tribunal Supremo

Luanda - Os réus Million Isaac Haile, Manin Wanitchanon e André Roy serão os destaques da sessão de interrogatórios desta quinta-feira do processo 001/18, conhecido por "Burla Tailandesa", que decorre seus trâmites na 1ª Câmara de Crimes do Tribunal Supremo.

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Trata-se de dois réus tailandeses (Million Isaac e Haile Manin Wanitchanon) e um canadiano (André Roy), acusados pelo Ministério Público, de falsificação de documentos, burla por defraudação, associação de malfeitores e branqueamento de capitais.

Os réus vão ser interrogados pela primeira vez pelo júri composto pelos juízes Domingos Mesquita (presidente da causa), Daniel Modesto (adjunto) e Aurélio Simba (adjunto).

Três das quatro sessões de julgamentos já realizadas até ao momento foram ocupadas com interrogatórios ao réu Raveeroj Ritchoteanan, presidente da empresa Centennial Energy Comany, Limited.

Na sessão anterior realizada quarta-feira (23), foi ouvida a ré Monthita Pribwai, vice-presidente da Centennial Energy Comany, Limited.

Durante a audição a ré alegou que a companhia escolheu Angola para investir em projectos sociais.

Do julgamento do caso “Burla Tailandesa” constam 38 declarantes.

Entre os arguidos está o ex-director da extinta Unidade Técnica para Investimento Privado (UTIP), Norberto Garcia, outros três angolanos, quatro tailandeses, um canadiano e um eritreu.

Todos são acusados pelo Ministério Público de terem praticado crimes de falsificação de documentos, burla por defraudação, associação de malfeitores e branqueamento de capitais.

O esquema foi revelado em 2017, quando supostos investidores tailandeses, com alegadas cumplicidades de cidadãos nacionais, tentaram "burlar" o Estado angolano.

Assuntos Angola   Justiça  

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