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23 Janeiro de 2019 | 00h03 - Actualizado em 23 Janeiro de 2019 | 00h04

Tribunal Supremo interroga Monthita Pribwai

Luanda - O Tribunal Supremo interroga hoje (quarta-feira) a ré Monthita Pribwai, esposa do co-réu Raveeroj Ritchoteanan, o primeiro ouvido no caso "Burla Tailandesa", uma tentativa de defraudação do Estado angolano em UDS 50 mil milhões, que corre os seus trâmites na 1ª Câmara Criminal.

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Segundo o porta-voz do julgamento, o juiz Lourenço José, o colectivo dos magistrados quer priorizar a audição dos réus estrangeiros, em que constam quatro tailandeses, um canadiano e um eritreu.

Nesse alinhamento, é entendimento do porta-voz, que possa ser ouvida a ré Monthita Pribwai.

A sessão desta terça-feira (22) ficou marcada pela aceitação do envio de uma Carta Rogatória ao Banco Central Filipino, para averiguar a autenticidade do cheque de USD 50 mil milhões.

A medida surge em função de um pedido feito pelo advogado Carlos Salumbongo, durante a sessão de audiência desta terça-feira, dia em que terminou a audição do Raveeroj Ritchoteanan, no quadro do processo 001/18.

O julgamento do caso “Burla Tailandesa” está a cargo dos juízes Domingos Mesquita, Daniel Modesto e Aurélio Simba e nele constam ainda 38 declarantes.

Entre os arguidos está o ex-director da extinta Unidade Técnica para Investimento Privado (UTIP), Norberto Garcia, outros três angolanos, quatro tailandeses, um canadiano e um eritreu.

Todos são acusados pelo Ministério Público de terem praticado crimes de falsificação de documentos, burla por defraudação, associação de malfeitores e branqueamento de capitais.

Ficou ilibado do processo, pelo Tribunal Supremo, o ex-chefe do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), Geraldo Sachipengo Nunda, ainda na fase da instrução contraditória (expediente penal utilizado para aferir o grau de culpabilidade dos acusados, antes do julgamento).

O esquema foi revelado em 2017, quando supostos investidores tailandeses, com alegadas cumplicidades de cidadãos nacionais, tentaram "burlar" o Estado angolano.

Assuntos Angola   Justiça  

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