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30 Janeiro de 2019 | 02h52 - Actualizado em 30 Janeiro de 2019 | 09h01

Angola reitera apoio à igualdade do género

Luanda - A Primeira-Dama de Angola, Ana Dias Lourenço, reiterou terça-feira, em Nova Iorque, o apoio e a disponibilidade do país em compartilhar a sua visão e boas práticas para igualdade do género, educação de qualidade para todos e o empoderamento das mulheres.

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Ana Dias Lourenço intervinha na reunião do Grupo de Mulheres Líderes pela igualdade do Género, painel de discussão em que se aborda esta temática e a liderança feminina, segundo um documento a que Angop teve acesso.

Referiu que a República de Angola é parte integrante e activa de todas as convenções, programas, projectos e mecanismos internacionais que estabelecem regras, princípios e roteiros conducentes à realização dos grandes objectivos que levem à construção de sociedades paritárias e com uma visão moderna sobre a questão da igualdade do género.

“Angola, na sua qualidade de membro do Conselho Executivo de Mulheres da ONU (UN Women Executive Board) e do Grupo de Mulheres Líderes, associa-se às iniciavas da ONU para promover políticas de igualdade de género e empoderamento das mulheres na garantia da efectiva implementação dos direitos humanos das mulheres e das meninas como parte inalienável, integrante e indivisível de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais que contribuem para a consecução dos objectivos de desenvolvimento sustentável”, afirmou.

Na sua alocução, a primeira-dama teceu algumas considerações sobre a evolução da problemática da igualdade do género em Angola.

Disse ser a mulher o elemento demográfico preponderante, quer no campo, quer nas cidades (no meio urbano a representatividade da mulher é de cerca de 51%) justificando-se as políticas de discriminação positiva ao seu favor.

De acordo com a primeira-dama, o Governo angolano, sobre esta matéria, estabeleceu como prioridade na Agenda Nacional, a questão da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, como condição necessária para torná-las social e politicamente activas e participativas nas tomadas de decisões e formulação de políticas e estratégias a nível do país.

Nos últimos 10 anos, lembrou, foram adoptadas uma série de medidas com aprovação de legislação, que visam a eliminação das diversas formas de discriminação entre homens e mulheres, em que os instrumentos mais relevantes foram a política para Igualdade e Equidade de Género e os programas de crédito e desenvolvimento de competências da mulher rural.

Acrescentou que na estratégia de desenvolvimento para o período 2018/2022, o Governo definiu o desenvolvimento humano e a redução das desigualdades pessoais e territoriais como o principal foco dos eixos de desenvolvimento estratégico para o país.

Assuntos Polícia  

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