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29 Janeiro de 2019 | 19h07 - Actualizado em 29 Janeiro de 2019 | 19h07

Cidadãos da Guiné Conacri abandonaram a província por razões migratórias

Ndalatando - Trina e quatro cidadãos da República da Guiné Conacri, que viviam ilegalmente na província do Cuanza Norte, abandonaram sábado, de forma voluntária, o território angolano, numa acção que contou com a colaboração da embaixada daquele país africano.

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De acordo com o director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa (GCII) do Comando Provincial da Polícia Nacional, Edgar Salvador, os cidadãos em causa encontravam-se ilegalmente em Angola e regressaram ao seu país na sequência da Operação Resgate.

O porta-voz da corporação referiu que, ao nível do Cuanza Norte, os estrangeiros em situação migratória ilegal são, na sua maioria, de nacionalidade brasileira, portuguesa, mauritaniana, guineense e congolesa democrática, uns com vistos de trabalho caducados e outros sem documentos.

Fez saber que, além dos que abandonaram voluntariamente o país, outros 12 cidadãos da mesma nacionalidade (Guiné Conacri) serão repatriados nos próximos dias, pelos mesmos motivos.

Edgar Salvador indicou que a província tem controlados mil e oito estrangeiros de diversas nacionalidades, na sua maioria em situação migratória ilegal, cuja movimentação, garantiu estar controlada, fruto das acções de prevenção e de controlo.

Por seu turno, o presidente da comunidade mauritaniana na província, Geyub Ely, aconselhou os cidadãos expatriados a cumprirem com as normas de migração do país de acolhimento para continuarem a realizar as suas actividades sem constrangimentos.

A Operação Resgate foi lançada em Novembro de 2018 e decorre em todo país, visando resgatar a autoridade do Estado, nomeadamente, combater o crime e a imigração ilegal, reforçar a ordem pública, ordenar a venda ambulante e travar o comércio ilegal de acessórios de viaturas.

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