Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Política

10 Fevereiro de 2019 | 14h02 - Actualizado em 10 Fevereiro de 2019 | 15h43

Cimeira de Chefes de Estado da UA já decorre em Addis abeba

Addis Abeba (Dos enviados Especiais) - A 32ª Cimeira Ordinária de Chefes de Estado e de Governo da União Africana (UA) começou há instantes em Addis Abeba, com o discurso do presidente cessante da União, o ruandês Paul Kagame e do eleito o egípcio, Abdel Fattah Al-Sisi.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

A cerimónia solene de abertura, brindada com a presença de três convidados especiais, nomeadamente o fundador da Microsoft, Bill Gates, o presidente da FIFA, Gianni Infantino e do director-geral da OMS, Tedros Adhanom, começou com a foto da família, seguida pela inauguração da estatua do imperador etíope Haile Selassie.

A cerimónia contou também com as habituais presenças dos Secretário-geral da ONU, António Guterres, e do Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud-Abbas.

O presidente cessante, Paul Kagame, e o em exercício, Abdel Fattah Al-Sisi, deram boas vindas aos chefes de Estado e de Governo recém-eleitos na RDCongo e Madagascar, respectivamente, Felix Tshisekedi e Andry Rajoelina .

Também foi feito o lançamento do tema do ano de 2019: Ano dos refugiados, dos repatriados, deslocados internos: Rumo a soluções duradouras para a deslocação forçada em África '”.

A reunião dos lideres africanos está a ser marcada pela análise das mais importantes questões da actualidade, como a implementação da decisão da reforma da organização, as eleições realizadas em 2018 no continente, a integração regional, a situação de paz e segurança, a situação humanitária e a análise do orçamento para 2019.

Na sessão, o Presidente do Ruanda, Paul Kagame, que cessou as suas funções enquanto líder da organização continental, vai também apresentar um relatório sobre o processo de reformas em curso na instituição, como resultado da 11ª Sessão Extraordinária da Cimeira dos Chefes de Estado sobre reformas, realizada de 17 a 18 de Novembro de 2018.

O presidente da comissão da União Africana, Moussa Faki, deve apresentar um relatório sobre a situação de paz e segurança em África e as acções empreendidas pela organização relativas a matéria em 2018.

A situação de crises no continente, sobretudo em países como a RDCongo, RCA, Líbia, Sudão, Sudão do Sul, Burundi, Somália, e informações actualizadas sobre a implementação do roteiro mestre para silenciar as armas até 2020, bem como os processos eleitorais realizados em 2018 na RDCongo, Serra Leoa, Camarões e São Tome e Príncipe, também farão parte do relatório de paz e segurança. 

A Cimeira está a abordar também a questão do combate ao terrorismo e ao extremismo violento em África.

Assuntos Cimeira   Diplomacia   União Africana  

Leia também
  • 10/02/2019 15:11:57

    Al-Sisi promete reestruturação financeira da UA

    Addis Abeba (Dos enviados especiais) - O Presidente do Egipto e agora nas vestes de líder da União Africana (UA), Abdel Fattah Al-Sisi, prometeu hoje, em Addis Abeba, tudo fazer para a reforma estrutural e financeira da organização continental.

  • 10/02/2019 06:40:15

    Comunidade internacional apoia transição na RDCongo

    Addis Abeba (Dos enviados especiais) - O ministro angolano das Relações Exteriores, Manuel Augusto, afirmou neste sábado, em Addis Abeba, que é do interesse da comunidade internacional apoiar o processo de transição na RDCongo, cujos resultados definitivos eleitorais de Dezembro último deram vitória a Felix Tshisekedi.

  • 10/02/2019 00:48:05

    Cimeira dos Chefes de Estado da UA inicia hoje

    Addis Abeba (Dos enviados Especiais) - A 32ª Cimeira Ordinária de Chefes de Estado e de Governo da União Africana (UA) inicia hoje (domingo), em Addis Abeba, capital etíope, com a problemática dos refugiados e deslocados internos no centro das atenções.